Doria chega ao Rio para gravar vídeo com Bolsonaro nesta sexta-feira


RIO – O candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, chega ao Rio nesta sexta-feira para se
reunir com o líder na corrida pelo Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PSL). Os dois vão gravar vídeos juntos
para serem usados na campanha. O encontro deve oficializar o voto “Bolsodoria” que vinha sendo defendido desde a
pré-campanha. tucanosO apoio ao tucano, entretanto, não é uma unanimidade no PSL. O senador eleito
Major Olímpio, presidente do partido em São Paulo, declarou apoio ao governador
Márcio França (PSB) contra Doria.O encontro entre Doria e Bolsonaro acontecerá às 17h30 na casa do empresário
Paulo Marinho, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. O local se tornou a locação
das gravações da campanha do capitão do exército. O encontro foi confirmado pela assessoria de campanha de Doria, mas não pela equipe de Bolsonaro.Não há confirmação se Bolsonaro e
Doria farão vídeos apenas para internet ou também
para os programas de televisão.Logo após a votação do primeiro turno, Doria declarou apoio a Bolsonaro, enquanto o PSDB decidiu pela
neutralidade na corrida presidencial. Oficialmente, Bolsonaro
liberou o PSL em São Paulo para que os apoios sejam decididos individualmente.
Alguns integrantes do partido que se posicionam contra o tucano já começaram a
gravar vídeos em favor de Márcio França. Para convencer suas bases, alegam que o
candidato do PSB “não é de esquerda”.CRÍTICAS DE TUCANOSA aproximação entre Doria e Bolsonaro já havia gerado mal estar entre aliados
de Geraldo Alckmin no
PSDB. No
fim de setembro, o posicionamento de Doria
movimentou uma lista de mensagens de tucanos intitulada “Movimento Social
Democracia”. No grupo, o ex-prefeito foi criticado por integrantes como o
ex-governador de São Paulo e ex-presidente da sigla Alberto Goldman. Na ocasião, houve uma discussão por conta do lançamento de um cartaz de campanha de
Doria ao governo de São Paulo com o título
“Contagem Regressiva. Faltam 15 dias para você mudar São Paulo”, no qual Alberto
Goldman
critica num dos posts a
omissão a qualquer “referência ao candidato a presidente, nem ao partido, depois
de 24 anos de nossos governos”. Goldman, que
é desafeto declarado do ex-prefeito, disse no grupo que “não
se poderia mesmo esperar dele (Doria) nada
nem partidária nem eticamente aceitável”. E finalizou: “É a expressão do seu
caráter”.
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