Mega-Sena pode pagar R$ 27,5 milhões nesta quarta

Apostas podem ser feitas até as 19h, em lotéricas ou via internet. Mega-Sena pode pagar R$ 27,5 milhões nesta quarta (22)
Marcelo Brandt/G1
O concurso 2.071 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 27,5 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (22) no município de Itabela, na Bahia.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site https://www.loteriasonline.caixa.gov.br/. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
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Principio de incêndio no 16º andar de prédio assusta moradores em Belém

Corpo de Bombeiros informou que tudo indica que um problema elétrico tenha provocado o princípio de incêndio. Situação foi controlada pelos bombeiros. Princípio de incêndio
Reprodução/ TV Liberal
Bombeiros controlaram um princípio de incêndio no edifício San Genaro, na Av. Generalíssimo Deodoro, entre Mundurucus e Pariquis, em Belém, na noite desta terça-feira (21).
O principio de incêndio começou no 16º andar do prédio e duas viaturas foram deslocadas para controlar a situação.
Segundo o Corpo de Bombeiros demorou em torno de meia hora para a situação ser controlada.
Tudo indica que um problema elétrico em um apartamento tenha ocasionado a ocorrência, mas os bombeiros ainda irão investigar as causas.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.
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Ataques de Trump à imprensa dos EUA são um desafio à democracia

Centenas de jornais dos EUA fizeram um movimento conjunto na quinta-feira da semana passada, em reação aos ataques de Donald Trump, boa parte deles por tuítes, contra os meios de comunicação e a imprensa profissional. Cada veículo, entre os quais os jornais “New York Times” e o “Washington Post”, publicou editoriais denunciando os ataques do presidente americano como uma tentativa de calar a imprensa, numa resposta à convocação feita pelo “Boston Globe”. De fato, a cada crítica mais contundente à sua gestão por parte dos jornalistas, Trump reage com insultos e uma agressividade sem precedentes no cargo. A investigação de Robert Mueller sobre possível conluio entre espiões russos e o círculo íntimo do presidente, durante as eleições de 2016, oferece o exemplo mais corriqueiro desses ataques. O tom virulento das críticas cresce vem crescendo em intensidade à proporção que avança a inquirição do procurador especial .Trump, porém, quase nunca sustenta com fatos as justificações de sua condenação à mídia. Recorre a figuras de linguagem falaciosas, a sofismas e a meias verdades para atacar seus críticos e, em geral, coloca-se como vítima de uma conspiração orquestrada por “forças ocultas” , e difundida pelos meios de comunicação, meros instrumentos de difusão de fake news. A situação é de tal gravidade que seus próprios assessores temem quando o presidente age de forma intempestiva e, por conta própria, dispara sua metralhadora. A maior preocupação é que, nesses surtos de fúria, Trump cometa perjúrio, um delito sério nos EUA, ou evidencie novas contradições entre o que diz e o que seus advogados de defesa sustentam na investigação de Mueller. A reação da Casa Branca aos editoriais foi, como esperado, uma renovação sucessiva de ataques do presidente. No mesmo dia, Trump tuitou que “a mídia do fake news” age como um partido de oposição a seu governo. O presidente também classificou os meios de comunicação como “inimigos do povo americano” e reiterou que a maior parte da cobertura da imprensa resulta em fake news. O “New York Times” chamou a atenção para o padrão de intimidação e pressão que vem do Salão Oval, desde a retirada das credenciais do ex-diretor da CIA John Brennan, após agudas críticas ao presidente, passando pelo aumento de impostos e taxas de empresas tidas como “nocivas” à Casa Branca. Os ataques à imprensa profissional entram neste bojo, mas considerando seu papel relevante, como instituição democrática, os efeitos podem ser devastadores.
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Ativismo e má gestão prejudicam vacinação no país

Apesar da mobilização nacional contra o sarampo e a poliomelite, no último sábado, quando mais de 36 mil postos de saúde funcionaram em todo o país, os índices de cobertura vacinal dessas doenças ainda permanecem longe da meta. Segundo o Ministério da Saúde, a campanha atingiu, até segunda-feira, pouco mais da metade (51%) do público-alvo, ou seja, 5,7 milhões do total de 11,2 milhões de crianças de um a cinco anos incompletos. O objetivo é imunizar 95% até 31 de agosto.Entre os estados com pior desempenho, está o Rio de Janeiro. De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, do público-alvo (812 mil crianças), foram vacinados até agora 33,39% contra o sarampo e 31,94% contra a pólio. Percentuais que colocam o Rio na lanterna do ranking, abaixo do Pará (33,59% para o sarampo e 33,6% para a pólio, segundo o Ministério da Saúde). Na outra ponta, encontram-se Rondônia (85% para a pólio e 83,45% para o sarampo) e Amapá (76,15% para a pólio e 75,96% para o sarampo). Pelo menos dois estados — Amazonas e Roraima — já enfrentam surtos de sarampo, doença que foi considerada erradicada das Américas em 2016.Esses resultados desfavoráveis sugerem que autoridades federais, estaduais e municipais da saúde estão apenas se dedicando a cumprir tabela, ou seja, a rotina prevista nos manuais que, em última análise, significa oferecer as vacinas ao público e, eventualmente, convocá-lo ao posto mais próximo. É óbvio que isso não tem sido suficiente para motivar as pessoas. Os números estão aí.O que não fica visível para o público é a desorganização do aparato estatal que resultou nesse descalabro. A vacinação em massa, periódica, é uma iniciativa louvável da rede pública e antecede à existência do SUS. Começou em 1979 e, progressivamente, levou o país a um padrão de prevenção sanitária invejável à maioria dos países. O que se viu, a partir do governo Lula, foi um desarranjo na gestão do sistema público, cujas causas estão em administração deficiente, disputas técnicas e suspeitas sobre as compras de vacinas (HPV, por exemplo). A esse quadro, somou-se, mais recentemente, o ativismo político de militantes vinculados ao PT e partidos satélites que, em posições estratégicas nas áreas de prevenção sanitária federal, estaduais e municipais, contribuíram decisivamente para impasses na formulação e execução das campanhas públicas de vacinação. É desse grupo o absurdo discurso eleitoral de que o impeachment de Dilma fez o país regredir na vacinação, na mortalidade infantil e “voltar ao mapa da fome”. A bagunça na saúde, iniciada na era Lula, levou, sim, a uma desorganização do sistema e sinaliza que o país pode de fato regredir na prevenção de doenças, na mortalidade infantil e na manutenção dos níveis básicos de nutrição dos mais pobres. Isso, se mantidas as condições da última década, quando o aparelhamento político e a letargia administrativa contaminaram a gestão, as prioridades e os mecanismos estatais para proteção da saúde dos brasileiros.
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'A Lava Jato renova esperanças ao vermos pessoas poderosas pagando pelos seus crimes', diz Deltan Dalagnol

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato palestrou nesta terça-feira (21), em Porto Velho. Durante o evento, procurador lembrou o papel da ação no combate a corrupção. Deltan Dalagnol é procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato
Pedro Bentes/G1
“A operação renova nossas esperanças ao vermos pessoas poderosas pagando pelos seus crimes”. Isso foi o que disse o procurador da República e coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, durante palestra na tarde desta terça-feira (21), no Teatro Palácio das Artes, em Porto Velho.
O evento foi organizado pela Escola da Magistratura de Rondônia (Emeron), pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO). Antes mesmo de palestrar, o procurador passou por uma coletiva de imprensa e discutiu com jornalistas temas sobre corrupção e eleições 2018.
Sobre os esforços da Justiça para solucionar os casos de corrupção, o procurador comentou que o principal trabalho nesse aspecto é a conscientização do cidadão.
“A mudança virá apenas se as pessoas se fortalecerem na condição do exercício de cidadania. Hoje, infelizmente, a corrupção ainda é muita intensa no Brasil. Nós temos um sistema de justiça que é leniente, existindo muitas brechas que favorecem a corrupção”, pensa o procurador.
Deltan Dalagnol também falou sobre o papel que as eleições gerais desse ano terão no combate a corrupção. Segundo o coordenador da Lava Jato, a operação é como um passo na direção certa, mas confessa que, por si só, não é suficiente.
“Se queremos controlar a corrupção precisamos dar passos adicionais, como reformas no meio político, empresarial e judicial. As pessoas focam muito na campanha para presidente da República, quando queremos mudar os índices de corrupção devemos focar nos cargos de senador e deputados federais, pois são eles que mudam as leis, criando reformas”, finaliza Dallagnol.
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Policial é baleado ao tentar intervir em sequestro relâmpago no bairro do Reduto em Belém

Um homem que aguardava a esposa sair de uma faculdade particular foi abordado por dois bandidos que entraram no carro dele e planejavam mantê-lo refém. O policial civil percebeu a ação dos bandidos e atirou contra o carro, impedindo o sequestro. Policial consegue frustrar sequestro relâmpago, mas sai baleado
Gabriel Pinheiro
Um policial civil frustrou um sequestro relâmpago de um homem na noite desta terça-feira (21) na Aristides Lobo esquina com a Benjamin Constant, no bairro do Reduto, em Belém. O homem estava aguardando a esposa sair de uma faculdade particular, quando foi abordado por dois bandidos que entraram no carro e planejavam mantê-lo refém. O policial civil, que também estuda na faculdade, percebeu a ação dos bandidos e atirou contra o carro onde estava o homem.
Os bandidos revidaram e o policial civil foi atingido e encaminhado a um hospital particular. Antes de ser baleado, o policial também atingiu os bandidos, que conseguiram fugir. O carro das vítimas ficou cheio de marcas de tiro.
Policiais civis e militares chegaram ao local logo depois do tiroteio e iniciaram buscas aos bandidos.
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Governadora de Roraima faz lista de reivindicações ao presidente Temer

BRASÍLIA – Diante do constante aumento do fluxo imigratório de venezuelanos para o Brasil, a governadora de Roraima decidiu exigir medidas imediatas do governo federal. Por isso, Suely Campos vai protocolar, na manhã desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, um ofício onde faz nove reivindicações ao presidente da República, Michel Temer.LEIA: Governo federal planeja iniciar transferência de venezuelanos de Paracaima até setembroO GLOBO teve acesso à íntegra do documento. A primeira reivindicação pede à União que faça o ressarcimento imediato de R$ 184 milhões ao governo de Roraima. O montante seria para cobrir os gastos extraordinários do governo estadual com os imigrantes nas áreas de saúde, educação e segurança.LEIA: Após ataque de brasileiros, 1,2 mil venezuelanos deixam RoraimaNos últimos meses, a Delegacia de Polícia Federal de Pacaraima tem contabilizado , segundo a governadora, a travessia diária de 800 imigrantes venezuelanos rumo a Roraima.”O Governo Federal até a presente data não transferiu quaisquer recursos ao Governo de Roraima, visando recompor os gastos extraordinários nos serviços de educação, saúde, segurança pública e assistência social. Somente manteve as transferências constitucionais obrigatórias”, diz um trecho do documento.VENEZUELANOS O documento afirma que há sobrecarga nos serviços públicos essenciais ofertados pelo governo de Roraima. A rede estadual de Educação, por exemplo, atende hoje 1,4 mil alunos imigrantes que foram matriculados somente em 2018. O número de atendimento de venezuelanos na rede estadual de saúde subiu de 7,4 mil em 2016 para 45,1 mil em 2017. Apenas no primeiro trimestre de 2018, foram contabilizados 45,1 mil atendimentos de imigrantes venezuelanos na rede pública de saúde.Diante do quadro, a governadora cobra a instalação imediata de um hospital de campanha em Boa Vista, para atender os imigrantes. Pede ainda a doação de viaturas policiais, ambulâncias e o reforço da atuação da Força Nacional de Segurança. Segundo a governadora, o gasto extraordinário também afeta o sistema prisional. Um total de 99 imigrantes venezuelanos estão presos no sistema carcerário de Roraima, atualmente, um custo que ultrapassa os R$ 2 mil por preso.Confira as nove reivindicações que serão apresentadas pela governadora de Roraima:1 – Ressarcimento imediato de R$ 184 milhões referente a gastos extraordinários do governo de Roraima com os imigrantes nas áreas de saúde, educação e segurança2- Instalação imediata de um hospital de campanha em Boa Vista3 – Doação imediata de cinco ambulâncias ao Corpo de Bombeiros de Roraima4 – Envio imediato de um carro com escâner capaz de fiscalizar a entrada de drogas e armas no posto de fronteira, em Pacaraima5- Doação de 50 viaturas para a Polícia Militar de Roraima6 – Doação imediata de 20 viaturas para Polícia Civil7 – Reforço imediato da atuação da Força Nacional de Segurança8 – Agilidade na expedição de autorização, pelo Departamento Penitenciário – DEPEN, para a reforma da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo9 – Edição de Medida Provisória objetivando a exigência de passaporte de estrangeiros oriundos de países que não compõem o Mercosul
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Quem são os ex-assessores de Trump que estão em apuros?

WASHINGTON – Dois ex-assessores do presidente dos Donald Trump estão no centro de problemas com a Justiça. Paul Manafort, ex-chefe da campanha de Donald Trump, foi condenado nesta terça-feira em oito casos de crime financeiro, que podem levar a uma condenação conjunta de 80 anos, e anulou o processo em outros dez casos — todos anteriores ao trabalho de Manafort na campanha de 2016. O segundo nome ligado a Trump em apuros é Michael Cohen, ex-advogado do presidente, que se entregou ao FBI e negocia acordo, no qual deve se declarar culpado das acusações de fraude fiscal e bancária e de várias acusações de violação de financiamento de campanha. Saiba mais sobre os dois:Michael Cohen, ex-advogado de TrumpCohen, de 51 anos, já ocupou o cargo de vice-presidente da Trump Organization e atuou durante anos como conselheiro pessoal do magnata. É acusado de fraudes fiscais e de violar regras de financiamento de campanha ao pagar pelo silêncio da atriz pornô Stormy Daniels. Ontem, o advogado afirmou que realizou os pagamentos a duas mulheres a pedido de Trump.Paul Manafort, ex-chefe de campanhaChefe da campanha presidencial de Donald Trump entre junho e agosto de 2016, Paul Manafort, de 69 anos, foi indiciado no fim do ano passado pelo procurador especial Robert Mueller e mantido em prisão domiciliar até o fim do mês passado. Ontem, ele se declarou culpado de oito das 18 acusações apresentadas, incluindo fraudes fiscais e bancárias.
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EUA impõem tarifa de 132% sobre canos da China

WASHINGTON – Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira uma tarifa de 132% a canos de metal importados de China um dia antes de ambos os governos começarem a discutir seu pleito comercial.LEIA MAIS: Saiba quais armas a China tem para retaliar os EUAVEJA TAMBÉM: Veja a relação entre EUA e China em númerosLINHA DO TEMPO: Veja a trajetória da China e dos EUA até a guerra comercialO Departamento de Comércio informou que, de acordo com relatório preliminar, tubos soldados de grande diâmetro do Canadá, China, Grécia, Índia, Coreia do Sul e Turquia estavam sendo despejados no mercado americano.O departamento disse que descobriu que o tubo estava sendo vendido a um valor inferior ao justo, com taxas variando de 3,45% a 132,63%.SAIBA MAIS:Guerra comercial faz nova vítima: motos Harley-DavidsonGuerra comercial leva BMW a elevar preço de veículos vendidos na ChinaDe refrigerante a veículos: guerra comercial impacta a vida dos americanosTarifas da UE afetam ainda mais as fabricantes de jeans dos EUAAs importações de canos chineses para os Estados Unidos totalizaram US$ 180 milhões no ano passado.Embora este caso esteja separado da série de tarifas impostas por Washington a produtos chineses, é um exemplo das tarifas aplicadas para defender a indústria americana e reduzir o déficit comercial.O Canadá também foi apontado por vendas do mesmo produto abaixo dos preços do mercado e enfrenta tarifas de 24%, enquanto que para a Índia, que teve prática idêntica, a tarifa provisória aplicada pelos Estados Unidos foi de 50%.Grécia e Coreia enfrentarão tarifas de 22% e a Turquia de 5%.Seis fabricantes americanas de tubos denunciaram esses casos ao Departamento de Comércio em janeiro.A decisão final sobre China e Índia será tomada em novembro e caso não seja confirmada, os Estados Unidos devolverão o cobrado aos importadores.
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