Programação de exposição de 18 a 24/5

ABERTURAS

‘O BANCO DO BRASIL E SUA HISTÓRIA’. A mostra ressalta a importância dos mais de 200 anos de história do banco, exibindo cerca de 100 obras, de Portinari ao alvará de criação redigido por Dom João VI, passando ainda por máquinas e documentos históricos.

Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março 66, Centro — 3808-2020. Qua a seg, das 9h às 21h. Abertura amanhã. Grátis.

CAETANO DE ALMEIDA. A exposição traz 22 obras inéditas do artista, em diferentes técnicas, como aquarela sobre papel, acrílica sobre tela e resina e pigmento sobre tela.

Cassia Bomeny Galeria: Rua Garcia D’Ávila 196, Ipanema — 3085-3000. Seg a sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 15h. Até 30 de junho. Grátis.

ELIZABETH JOBIM. Em “Jazida”, sete obras de concreto pigmentado da artista carioca ficarão espalhadas pelos jardins do Museu do Açude.

Museu do Açude: Estrada do Açude 764, Alto da Boa Vista — 3433-4990. Qua a seg, das 11h às 17h. Grátis (às quintas) e R$ 6. Até 20 de novembro. Abertura domingo, ao meio-dia.

‘ENTREARTES’. A 4ª edição do projeto recebe o escultor Rodrigo Saramago, que está completando 25 anos de carreira, com a coleção “Os guerreiros da luz”. As peças em ferro, vergalhões e chapas representam as batalhas da vida.

Centro Cultural Paschoal Carlos Magno: Campo de São Bento. Rua Lopes Trovã s/nº, Icaraí, Niterói — 2610-5748. Seg a sex, das 10h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 10h às 15h. Até 31 de maio. Grátis.

‘FRANCE EMOTION LE VOYAGE ANIMÉ’. A mostra reúne fotografias do beninense Ishola Akpo, do brasileiro Edu Monteiro, do americano David Schalliol e da espanhola Lourdes Segade. Todos os registros foram feitos na França. Ao todo, 35 obras ganham vida por meio de realidade aumentada.

Galeria Aliança Francesa: Rua Muniz Barreto 746, Botafogo — 3299-2000. Seg a sex, das 9h às 19h. Sáb, das 8h ao meio-dia. Até agosto. Abertura hoje, às 19h. Grátis.

IVENS MACHADO. Passados três anos de sua morte, o artista é homenageado na mostra “Corpo e construção”. Serão exibidas cinco esculturas em materiais como concreto, ferro e entulho de obra, realizadas entre 1991 e 2006, além de um tríptico fotográfico.

Carpintaria: Rua Jardim Botânico 971, Jardim Botânico — 3875-5554. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h. Até 23 de junho. Abertura amanhã. Grátis.

LEO AYRES. Com curadoria de Gabriela Dottori, a individual “Mato” faz parte da 6ª edição do Projeto Passagem. Entre as obras expostas, objetos construídos com terra, pedras, pedaços de madeira e esculturas feitas com vasos de barro.

Parque das Ruínas: Rua Murtinho Nobre 169, Santa Teresa. Ter a dom, das 15h às 18h. Até 17 de junho. Abertura amanhã, às 15h. Grátis.

LUIZ SISINNO. Em “Amores instantâneos”, o artista plástico brinca ao expor imagens antigas e frases de sites de relacionamento.

Centro Cultural da Justiça Federal: Av. Rio Branco 241, Centro — 3261-2550. Ter a dom, do meio-dia às 19h. Até 7 de julho. Abertura quinta-feira, dia 24. Grátis.

LUIZ PIZARRO. Em “Mergulho”, o artista expõe sete telas em grandes formatos, fotografias e objetos em vidro. A mostra é fruto do acompanhamento dos treinos de três atletas de saltos ornamentais do Clube Pinheiros.

Galeria Patricia Costa: Shopping Cassino Atlântico. Av. Atlântica 4.240, lj. 226, Copacabana— 2227-6929. Seg a sex, das 11h às 19h. Sáb, das 11h às 17h. Até 23 de junho. Abertura quinta-feira, dia 24. Grátis.

MAIA FLORE. Na individual, a francesa expõe oito fotografias das séries “Le voyage fantastique”, “Situations” e “Big head poetry”, em que mescla conceitos como realidade e imaginação.Grátis.

Galeria Oriente: Rua do Russel 300, apto 401, Glória — 3495-3800. Seg a sex, das 14h às 19h. Até 23 de junho. Grátis.

MUSEU JANETE COSTA DE ARTE POPULAR. Rua Presidente Domiciano 178, Boa Viagem, Niterói — 2705-3929. Ter a dom, das 10h às 18h. Grátis.

‘Sim, aceito’: Com curadoria de Jorge Mendes, a coletiva apresenta 56 peças de 35 artistas que enaltecem a cerâmica do Vale do Jequitinhonha (MG), além de esculturas em argila, madeira e papel. Até 2 de setembro. Abertura quarta-feira, dia 23, às 19h.

‘Nosso trajeto, nossos caminhos’: A exposição faz uma retrospectiva das mostras de arte popular que já passaram pelo museu, exibindo esculturas de argila e papel machê, entre outros materiais. A curadoria é de Wallace de Deus Barbosa. Abertura quarta-feira, dia 23, às 19h.

THIAGO GADELHA. Na mostra “Do chão não passa”, o artista expõe telas pintadas com tinta acrílica e carvão. Ele também apresenta, pela primeira vez, suas pinturas esculpidas.

Retrato Espaço Cultural — Galeria Escombros: Rua Santa Cristina 6, Santa Teresa — 2215-0621. Ter a sáb, das 11h às 18h. Até 23 de junho. Abertura amanhã, às 18h. Grátis.

VICTOR BRECHERET (1894-1955)’. A exposição reúne obras do italiano que viveu no Brasil, além de outros nomes que, como ele, participaram da Semana de 22, como Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Menotti del Picchia e Zina Aita. Até 14 de julho.

Pinakotheke Cultural: Rua São Clemente 300, Botafogo — 2537-7566. Seg a sex, das 10h às 18h. Sáb, das 10h às 16h. Grátis.

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MUSEUS E CENTROS CULTURAIS

CAIXA CULTURAL. Av. Almirante Barroso 25, Centro — 3980-3815. Ter a dom, das 10h às 21h. Grátis.

‘Farnese de Andrade — Arqueologia existencial’: Um conjunto de 71 assemblages e objetos de coleções particulares e de herdeiros do artista plástico mineiro mapeiam na mostra sua produção entre os anos 1970 e 1990. Até domingo.

‘Portinari — A construção de uma obra’: A mostra reúne cerca de 70 peças do pintor, muralista e desenhista, entre estudos, pinturas e maquetes de obras. A exposição também conta com 12 esculturas inspiradas por personagens de quadros de Portinari, assinadas pelo artista plástico Sérgio Campos. Até 1º de julho.

Vítor Mizael: Em “Terra em chamas”, o artista paulista apresenta 51 obras que pretendem discutir as origens do momento atual no país, por meio de representações ficcionais da flora e da fauna brasileiras. Até 24 de junho.

CASA ROBERTO MARINHO. Rua Cosme Velho 1.105, Cosme Velho — 3298-9449. Ter a dom, do meio-dia às 18h. Grátis (qua) e R$ 10.

‘Modernos 10 — Destaques da Coleção’: Com curadoria de Lauro Cavalcanti, a exposição reúne 124 obras de expoentes do modernismo brasileiro: Pancetti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Ismael Nery, Guignard, Djanira, Milton Dacosta, Lasar Segall, Portinari e Burle Marx.

‘10 Contemporâneos’: No térreo, a mostra apresenta trabalhos Anna Bella Geiger, Carlos Vergara, Daniel Senise e Lena Bergstein, entre outros, com o tema “casa”, uma referência à inauguração do instituto cultural.

Clube O GLOBO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL. Rua Primeiro de Março 66, Centro — 3808-2020. Qua a seg, das 9h às 21h. Grátis.

‘File — Disruptiva’: Parte do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File), a exposição, que tem curadoria de Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, reúne mais de 120 obras, que vão de instalações interativas a videogames e animações. O visitante pode ter uma experiência baseada no olho de um furacão, ser embalado a vácuo e balançar num mundo de realidade mista (real e virtual), entre outras atividades. Até 4 de junho.

CENTRO CULTURAL CORREIOS. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro — 2253-1580. Ter a dom, do meio-dia às 19h. Grátis.

Benoy K. Behl: A mostra do renomado historiador e fotógrafo de arte apresentam traços da cultura indo-portuguesa. Até 20 de junho.

Dudu Garcia: Sob a curadoria de Marcus Lontra, o artista carioca apresenta “Carvão”, com instalações que representam a matéria-prima e a força do desenvolvimento tecnológico. Até 27 de maio.

‘Gandhi’: Celebrando os 70 anos de morte de Mahatma Gandhi, a mostra infográfica traz 24 painéis, além de quadros e esculturas, que contam sua vida e obra. Até 2 de junho.

Jaime Accioly: Na mostra “Seres”, inspirada no trabalho “ Art forms in nature”, do fotógrafo alemão Karl Blossfeldt, Jaime Accioly estuda as formas da natureza, tratando as plantas fotografadas como seres. Até 27 de maio.

Marcos Amaro. Na individual “Sobrevoo”, o artista visual expõe esculturas e assemblages a partir de materiais resultantes de resíduos aeronáuticos. Até 24 de junho.

Patrícia Secco: A individual “ Ar” é dividida em duas partes: “Revoada” mostra telas/pipas inventadas por ela; e a instalação “Metamorfose” apresenta o ciclo da borboleta como um processo de renovação da vida. Até 27 de maio.

Richardo Hacchia: Em “Ferro”, Hacchia expõe uma instalação com uma banheira decomposta e esculturas de ferro que parecem origamis. Até 27 de maio.

CENTRO SEBRAE DE REFERÊNCIA DO ARTESANATO BRASILEIRO (CRAB). Praça Tiradentes 69, Centro — 3380-1850. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.

‘Festa brasileira fantasia feita à mão’: Com curadoria de Raul Lody e Leonel Kaz, a exposição traça um panorama de grandes celebrações brasileiras a partir de objetos produzidos por artesãos, além de fotos e vídeos. Até 2 de junho.

ESPAÇO CULTURAL CORREIOS. Av. Visconde do Rio Branco 481, Centro, Niterói. Seg a sex, das 11h às 18h. Grátis.

‘Intersubjetividades’: A coletiva reúne cerca de 30 obras, entre fotos, pinturas, colagens, performance e objetos. Entre os participantes, Dani Cukierman, Lu Lessa Ventarola, Maria Amélia Raeder, Rita Coppos, Sandra Moreira, Taisa Collaço e Verônica Camisão. Até 7 de julho.

INSTITUTO MOREIRA SALLES. Rua Marquês de São Vicente 476, Gávea — 3284-7400. Ter a dom e feriados, das 11h às 20h. Grátis.

‘Corpo a corpo: a disputa das imagens, da fotografia à transmissão ao vivo’: A mostra de fotos e vídeos reúne trabalhos de Bárbara Wagner, Jonathas de Andrade, Sofia Borges, Letícia Ramos e dos coletivos Mídia Ninja e Garapa. Até 22 de julho.

‘O caso Flávio’: A mostra relembra o embate editorial entre a revista brasileira “O Cruzeiro” e a americana “Life”, ocorrido no início dos anos 60, com os registros de Gordon Parks (no Rio) e Henri Ballot (em Nova York). Até 5 de agosto.

‘Sergio Larrain: um retângulo na mão’. A individual do fotógrafo chileno apresenta as diversas fases de sua produção, além de uma seção que recupera sua atuação na revista “O Cruzeiro Internacional”, entre 1957 e 1960. Até 9 de setembro.

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA (MAC). Mirante da Boa Viagem s/nº, Niterói — 2620-2481. Ter a dom, das 10h às 18h. Grátis (às quartas) e R$ 10.

‘Água parada’: Na varanda do museu, Vívian Caccuri expõe caixas de som espalhadas no espaço, com uma trilha inédita feita a partir de ruídos de mosquitos. Até 4 de agosto.

‘Anna Bella & Lygia & Mira & Wanda’: Com curadoria de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca, a coletiva reúne 50 obras de Anna Bella Geiger, Lygia Clark (1920-1988), Mira Schendel (1919-1988) e Wanda Pimentel, que integram a Coleção MAC – João Sattamini. Até 4 de novembro.

‘Senhor dos Caminhos’: O baiano Ayrson Heráclito usa o vídeo e a fotografia para prestar uma homenagem a Ogum, reconhecido nas religiões afro-brasileiras como o “Senhor dos Caminhos” e, no catolicismo, como São Jorge. Até 28 de julho.

MUSEU DO AMANHÃ. Praça Mauá 1, Centro — 3812-1800. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis (às terças, para todos, e diariamente para crianças com até 5 anos e pessoas com mais de 60 anos) e R$ 20. Bilhete único para o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR): R$ 16 (cariocas e moradores do Rio) e R$ 32 (turistas). Além dos ingressos vendidos on-line (pelo site www.museudoamanha.org.br), o museu disponibiliza 600 entradas, por dia, para venda na bilheteria, apenas em dinheiro.

‘AYA e o seu mundo de inteligências artificiais criativas’: A mostra explica como funciona a inteligência artificial e como essa tecnologia pode ser útil para a humanidade. Até julho.

Exposição principal: Para mostrar o impacto do homem no planeta, a mostra se divide em cinco partes: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós. Permanente.

Clube O GLOBO MUSEU DE ARTE MODERNA (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro do Flamengo — 3883-5600. Ter a sex, do meio-dia às 18h. Sáb, dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis (diariamente, menores de 12 anos; e às quartas, para todos) e R$ 14. Aos domingos, ingresso-família (para até cinco pessoas): R$ 14.

‘Abstrações do pós-guerra’: Ao todo, 23 obras de 20 de artistas expressam as tendências do período, como o Construtivismo, o Expressionismo Abstrato e o Concretismo. Na mostra, estão trabalhos de Alexander Calder, Carlos Cruz-Diez e María Freire, entre outros artistas. Até 24 de junho.

‘Alucinações à beira-mar’: Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, a exposição apresenta um panorama da produção artística das últimas décadas com obras das três coleções do MAM: a de Gilberto Chateaubriand, a de Joaquim Paiva e a do próprio museu.

‘Arruda, Victor’: A individual em homenagem aos 70 anos do artista tem curadoria de Adolfo Montejo Navas e reúne cerca de cem obras (instalações, desenhos, fotos, vídeos e cadernos) criadas entre 1970 e 2018. Até 1º de julho.

‘Guy Brett — A proximidade crítica’: Sob curadoria de Paulo Venancio Filho, a exposição reúne 36 peças do acervo do crítico e curador inglês. Em exposição, obras de Antonio Manuel, Waltercio Caldas, Lygia Clark, Tunga e outros artistas. Até 24 de junho.

Matheus Rocha Pitta: Com curadoria assinada por Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes,“Memória menor” reúne três obras que lembram estelas (uma espécie de lápide), com inscrições inspiradas em notícias sobre a rotina de violência no Rio. Até 1º de julho.

Vicente de Mello: Na contramão da produção digital, “Monolux” traz 28 obras inéditas do fotógrafo feitas sem câmera e sem negativo, a partir de impressão de objetos sobre a superfície do papel fotográfico. Curadoria do poeta Eucanaã Ferraz. Até 1º de julho.

MUSEU DE ARTE DO RIO (MAR). Praça Mauá 5, Centro — 3031-2741. Ter a dom e feriados, das 10h às 17h. Grátis (até 31/5) e R$ 20. Bilhete único para o MAR e o Museu do Amanhã: R$ 16 (cariocas e moradores do Rio) e R$ 32 (turistas).

Claudio Paiva: Com curadoria de Catherine Bompuis e Evandro Salles, a mostra “O colecionador de linhas” faz uma retrospectiva da trajetória de Claudio Paiva (1945-2011) apresentando mais de 300 obras, entre desenhos e instalações, criadas desde os anos 1960. Até 3 de junho.

‘Feito poeira ao vento’: Com curadoria de Evandro Salles, a coletiva faz um recorte no acervo fotográfico do MAR, reunindo 250 imagens de 112 artistas, com obras que datam do século XIX até os dias atuais. Até 15 de julho.

‘O Rio do samba — Resistência e reinvenção’. A partir de 800 peças, a exposição conta a história do samba desde o século XIX até os dias de hoje, por meio de obras de grandes nomes, como Candido Portinari, Di Cavalcanti, Pierre Verger, Marcel Gautherot, Walter Firmo, Debret, Lasar Segall e Carlos Vergara, que criou uma instalação com restos de fantasias. Entre as raridades do acervo, umprato de porcelana tocado por João da Baiana e joias de Carmem Miranda. Artistas contemporâneos também participam: Ernesto Neto e o carnavalesco da Mangueira, Leandro Vieira, criaram uma instalação interativa; Jaime Lauriano gravou nas pedras portuguesas sob os pilotis do térreo nomes das etnias africanas escravizadas no Brasil. Até março de 2019.

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro — 3299-0324. Ter a sex, das 10h às 17h30m. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. R$ 10 (grátis aos domingos).

Edoardo de Martino: Embarcações são o tema principal da mostra “Paisagens da guerra — A pintura do italiano E. de Martino”, sobre batalhas das guerras da Tríplice Aliança (1865 – 1870) e do Uruguai (1864-1865). Até 29 de junho.

MUSEU DO MEIO AMBIENTE. Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008, Jardim Botânico — 2294-6619. Ter a dom, das 9h às 17h. Até 30 de junho. Grátis.

Agência EFE: A coletiva “Água e vida”, que comemora os 50 anos de atividade da agência de notícias espanhola no Brasil, reúne mais de 30 imagens da Amazônia, registradas por fotógrafos como Marcelo Sayão e Raimundo Valentim.

MUSEU NACIONAL. Quinta da Boa Vista, São Cristóvão. Seg, do meio-dia às 16h. Ter a dom, das 10h às 16h. R$ 6.

‘Amigos d’O Museu: 80 anos’: Telas interativas, fotos e peças do acervo do museu, como um crânio gigante de um jacaré-açu e relíquias de sítios arqueológicos, compõem a mostra. Até 5 de junho.

‘No tempo em que o Brasil era mar’: A exposição permanente mostra, a partir de fósseis, como era o mundo há 400 milhões de anos. São 60 peças de diferentes grupos, alguns já extintos.

MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES. Av. Rio Branco 199, Cinelândia — 3299-0600. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 18h. Grátis (aos domingos) e R$ 8.

‘Colecionismo brasileiro — Eugène Boudin e os barões de São Joaquim’. A mostra reúne 24 obras, sendo 22 telas e dois desenhos de Louis Eugène Boudin (1824-1898), além de outros artistas franceses do acervo, como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin. Até 26 de agosto.

‘O espaço da arte’: A exposição apresenta cerca de 50 obras da coleção do MNBA, de nomes como Iberê Camargo, Maria Leontina, Ivan Serpa, Candido Portinari e Fayga Ostrower. Até domingo.

Lena Bergstein: Na individual “Ficções”, a artista promove um diálogo imaginário com o poeta russo nascido na Polônia Osip Mandelstam (1891-1938) em 80 obras, entre fotos, livros e telas, com as séries inéditas “Reflexos da noite”, “Setembro” e “Galáxias”. Até 21 de maio.

‘A reinvenção do Rio de Janeiro: Av. Central e a Memória Arquitetônica do MNBA’: A mostra celebra o 81º aniversário do museu, recuperando parte de sua história por meio de pinturas, documentos, objetos e fotografias. Até 27 de maio.

OI FUTURO. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo — 3131-3060. Ter a dom, das 11h às 20h. Grátis.

Katia Maciel: A instalação interativa “Ebulição” funciona a partir de um coro feminino e água à ebulição. Até 17 de junho.

Mabel Velloso: Além de vídeos e áudios, a mostra “Cartas” inclui uma sessão de poemas de Mabel, irmã de Caetano e Maria Bethânia. Até 27 de maio.

Rafael Adorján: O artista faz de slides usados nas salas de aula brasileiras entre as décadas de 1930 e 1960 a matéria-prima da mostra “Desdidática”. Até 27 de maio.

PAÇO IMPERIAL. Praça Quinze 48, Centro — 2215-2622. Ter a sex, do meio-dia às 19h. Sáb e dom, do meio-dia às 18h. Grátis.

Alexandre Vogler: A instalação “Pintura de Fresnel” apresenta dez serigrafias sobre papel que reproduzem o tipo de feixe luminoso produzido pelo conjunto de lentes de Fresnel (que são lentes de farol de sinalização náutica). Até 27 de maio.

Geraldo Marcolini: O artista mostra 15 pinturas a óleo sobre tela, de pequenos, médios e grandes formatos, produzidas entre 2015 e 2018. Até 27 de maio.

Helena Trindade: Em “A letra é a traça da letra”, com curadoria de Glória Ferreira, são apresentadas 45 obras, entre objetos, instalações, fotos, esculturas e vídeos de poesia visual. Até 27 de maio.

‘Hilton Berredo — Dos anos 80 às obras recentes’: A mostra conta com 87 obras, desde a série “Maré vermelha”, que fez de Berredo um dos destaques da Geração 80, à sua mais recente obra, “O quinto” (2018). Até 27 de maio.

Marcos Abreu: A individual “Muroh” reúne, entre pinturas e gravuras, 45 obras inéditas, produzidas a partir de técnicas tradicionais e do grafite. Até 27 de maio.

Osvaldo de Carvalho: Inspirada na estética pop, “Terra prometida” traz pinturas que representam imagens midiáticas e do cinema. Até 27 de maio.

Suzana Queiroga:. “Miradoro” traz 15 trabalhos recentes e inéditos da artista, entre pinturas, esculturas, instalações e vídeos sobre o tempo, o infinito, a paisagem e a cartografia. Até 27 de maio.

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GALERIAS

‘5 + 5: 10 ANOS NA GÁVEA’. Entre as comemorações dos dez anos da galeria Anita Schwartz, cinco artistas da galeria, Arthur Chaves, Estela Sokol, Luiza Baldan, Nuno Ramos e Rochelle Costi, convidam outros cinco colegas (Cadu, Marcelo Cipis, Lenora de Barros, Eduardo Climachauska e Fernando Limberger) para expor suas obras. Até 9 de junho.

Anita Schwartz Galeria de Arte: Rua José Roberto Macedo Soares 30, Gávea — 2274-3873. Seg a sex, das 10h às 20h. Sáb, do meio-dia às 18h. Grátis.

ABRAHAM PALATNIK. A mostra “Em movimento” celebra os 90 anos do artista, exibindo trabalhos recentes com relevos sobre acrílico, madeira e papel-cartão, além de um inédito objeto cinético, em grandes dimensões. Até 14 de junho.

Galeria Nara Roesler: Rua Redentor 241, Ipanema — 3591-0052. Seg a sex, das 10h às 19h. Sáb, das 11h às 15h. Grátis.

HÉLIO OITICICA. A mostra “Rhodislandia” inaugura a nova galeria de Oskar Metsavaht. Com curadoria de Cesar Oiticica Filho, sobrinho do artista, o penetrável reconstrói a obra homônima criada por Oiticica em 1971.

Studio OM.art: Jockey Club. Rua Jardim Botânico 997, Jardim Botânico. Ter a sex, das 11h às 20h. Sáb, das 11h às 22h. Grátis.

‘MAIO DE 68 — 50 ANOS DEPOIS’. A mostra apresenta 43 imagens do fotógrafo francês Philippe Gras que retratam o movimento estudantil e social na França. Até 28 de maio.

Espaço Cultural Maison: Maison de France. Av Presidente Antônio Carlos 58, 11° andar, Centro. Qua a seg, das 10h às 18h. Grátis.

PATRICIA GOUVÊA. Em “Sobrevida”, a artista expõe série inédita com 16 trabalhos em fotografia e dois em vídeo realizados em localidades da Amazônia. Até 16 de junho.

Artur Fidalgo Galeria: Rua Siqueira Campos 143, loja 1, 2º piso, Copacabana — 2549-6278. Seg a sex, das 10h às 19h. Sáb (com agendamento). Grátis.


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