Polícia prende homem suspeito de ter estuprado menina de 12 anos em Ponta de Pedras, no Marajó

Agressor teria sido flagrado pela mãe da vítima em casa abandonada no município. A Polícia Civil divulgou nesta terça-feira (16) a prisão de homem suspeito de ter cometido crime de estupro de vulnerável em Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó, no Pará.
Segundo o depoimento da mãe da vítima, ela encontrou o suspeito e a filha de 12 anos sem roupas numa casa abandonada próxima a sua residência. Assim que flagrado, o agressor fugiu do local.
A vítima foi ouvida por uma equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Creas) da cidade e denunciou o suspeito, que foi preso preventivamente e está à disposição da Justiça.
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TSE confirma Capiberibe no 2º turno para o governo do Amapá

BRASÍLIA – Por seis votos a um, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a participação do senador João Capiberibe, do PSB, no segundo turno da eleição para governador do Amapá, marcada para o dia 28 de outubro. No primeiro turno, ele chegou a ser afastado da disputa pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado por problemas no registro de seu vice, Marcos Roberto, do PT. Mas, no dia 7 de outubro, quando houve a eleição, o ministro Og Fernandes, do TSE, garantiu, em decisão liminar, que seus votos fossem contabilizados.O impedimento da participação do vice, em razão de problemas na prestação de contas do PT, só foi confirmado pelo TSE em 5 de outubro, faltando dois dias para as eleições do primeiro turno. Com base nisso, em 6 de outubro, o TRE do Amapá determinou que os votos em Capiberibe seriam considerados nulos, decisão derrubada no dia seguinte por Og Fernandes. Nesta terça-feira, os ministros do TSE entenderam que o titular da chapa não tinha nenhuma irregularidade e não poderia ser punido por isso. Assim, autorizaram a indicação de uma nova vice: Andreia Tolentino, do PSB.— Tudo isso inviabilizou a substituição da candidatura — afirmou o relator, ministro Og Fernandes, acrescentando: — A melhor solução para o caso passa por garantir que seja submetida ao voto popular uma chapa que possua um candidato a governador e um candidato a vice.Concordaram com ele cinco ministros: Luís Roberto Barroso, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira, Edson Fachin e Jorge Mussi. A presidente do TSE, ministra Rosa Weber, foi a única a discordar.O primeiro turno no Amapá terminou com Waldez Góes (PDT) em primeiro lugar, com 33,55% dos votos válidos, e Capiberibe em segundo com 30,1%. Se ele não pudesse participar da eleição, Davi Alcolumbre (DEM), que ficou em terceiro com 23,75% dos votos válidos, herdaria sua vaga no segundo turno.Em 11 de outubro, Og Fernandes deu outra liminar suspendendo o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão até uma decisão final do TSE sobre o assunto. Agora, com o desfecho do caso, o TSE liberou a propaganda.
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Familiares pedem doações para bebê que perdeu mãe após o parto em hospital de Maceió

Com apenas 10 dias, Levy Gabriel está morando com a tia-avó. Pai tem mais duas filhas, e precisa trabalhar para sustentar a família. Levy Gabriel tem apenas 10 dias de vida e mora com a tia-avó desde que saiu do hospital, em Maceió
Matheus Tenório/G1
A família de um bebê recém-nascido que perdeu a mãe horas depois do parto está precisando de doações. Daiane da Silva, 28, deu à luz um menino no dia 6 de outubro, mas faleceu ainda no hospital, por complicações no parto. Levy Gabriel está atualmente sob os cuidados de uma tia-avó, enquanto o pai tenta reorganizar a rotina.
José Rafael, 28, e Daiane já tinham outras duas filhas, a Maria Clara, de 3 anos, e Maria Alice, de 6, que estão morando com a avó materna no município de Cajueiro, na Zona da Mata de Alagoas. Desde a morte da esposa, ele se viu sem condições de trabalhar e cuidar dos três filhos.
Para ajudá-lo, a diarista Rosenilda da Silva, tia-avó das crianças, decidiu abandonar o emprego e cuidar do menino. Dona Rosa, como ela é chamada por parentes e amigos, mora em uma pequena casa no Barro Duro, em Maceió.
Ela pediu uma antiga patroa para conseguir alimentos e fraldas para a criança. “Eu liguei para ela e pedi para ela me ajudar. Daí, ela postou no grupo [do WhatsApp] e o grupo saiu postando no Instagram e no Facebook”, falou.
“A minha prioridade é o Levy. Não pensei duas vezes [em sair do emprego]. O Rafael, ao ver a mulher, colocou as mãos na cabeça e a primeira pergunta dele foi ‘o que eu vou fazer com esses meus três filhos, meu Deus?’. No lugar de tia, eu não poderia abandoná-lo agora”, contou ela.
A família já recebeu pacotes de fraldas e de leite. As doações estão dividindo espaço em um canto da sala da casa da tia-avó. Por enquanto, Levy está se alimentando apenas com leite industrializado apropriado à sua idade, que custa cerca de R$ 45.
“Ele ainda não tem um carrinho de bebê e as roupinhas que tem são poucas. Apesar de serem para a idade dele, já estão ficando pequenas porque ele é grandinho. Pensam que ele já tem um mês”, disse dona Rosa.
O parto
O parto de Daine foi feito em um hospital no bairro do Poço, em Maceió. O parto foi acompanhado por uma comadre do casal, que não teve o nome divulgado, e esteve ao lado de Daiane a todo tempo.
“Ela foi com o esposo [no hospital] com dor. Depois de medicá-la, às 2h da manhã, colocaram ela para casa. Ela não aguentou e voltou no sábado, sangrando, com a bolsa rompida. Chegando lá, falaram para ela aguardar. Ela disse pra enfermeira que estava com dor e sangrando e a enfermeira disse que era normal. Ela chegou às 11h da manhã e teve o Levy às 22h”, relatou dona Rosa.
Depois do parto, Daiane foi transferida para outro hospital, também na parte baixa da capital, onde faleceu. No atestado de óbito, a causa da morte foi hemorragia interna.
Inconformados, os familiares denunciaram o caso à polícia na Central de Flagrantes I, no bairro do Farol. O caso foi encaminhado ao 1º Distrito Policial, no centro da capital.
“A explicação que o médico falou foi que ela teve hemorragia interna. Isso não me convenceu porque isso foi negligência hospitalar”, falou.
Daiane foi sepultada na última terça (9) em um cemitério do município de Cajueiro.
Rosenilda da Silva decidiu sair do emprego para cuidar do Levy Gabriel
Matheus Tenório/G1
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Expedito Junior, candidato do PSDB, é entrevistado no JRO 2

Rodada de entrevistas do segundo turno das eleições 2018 com candidatos ao governo de Rondônia teve início na segunda-feira (15). Candidato do PSDB, Expedito Junior, é entrevistado no Jornal de Rondônia 2ª edição
Mary Porfiro/Rede Amazônica
O candidato ao governo do Estado de Rondônia, Expedito Junior (PSDB), foi entrevistado ao vivo no Jornal de Rondônia 2ª edição nesta terça-feira (16).
A participação do candidato faz parte da série de entrevistas que a Rede Amazônica realiza com os candidatos ao governo do Estado no segundo turno das eleições 2018, de acordo com o seguinte cronograma:
Dia 15/10: Coronel Marcos Rocha (PSL) – não compareceu
Dia 16/10: Expedito Junior (PSDB)
No primeiro turno, Expedito Junior teve 241.885 votos (31,59%). O candidato Coronel Marcos Rocha teve 183.691 votos (23,99%). A votação em segundo turno será realizada no próximo dia 28.
Expedito Junior, de 55 anos, esteve no estúdio em Porto Velho, onde foi entrevistado pela apresentadora Ana Lídia Daibes. O candidato tem como vice Maurício Carvalho (PSDB).
Candidato ao governo de RO, Expedito Junior (PSDB) é entrevistado no JRO 2
Confira a entrevista na íntegra
JRO 2 – Candidato, logo depois do fim do primeiro turno o senhor declarou apoio ao candidato a presidência Jair Bolsonaro, que tem vários projetos projetos polêmicos como a liberação do porte de armas, fim da progressão de pena e a redução da maioridade penal. Eu gostaria de saber qual é a sua opinião em relação a cada um desses temas, começando pela liberação do porte de arma para o cidadão comum. O senhor é contra ou a favor e por que?
Expedito Junior – Eu sou a favor porque eu entendo que hoje, o estado de Rondônia e o Brasil inteiro hoje, é alarmante os índices que nós vivemos com a segurança pública e com a violência no nosso estado e no Brasil. Então eu sou favorável que tenha o porte de armas, desde que seja fiscalizado cuidadosamente pela Secretaria de Segurança, enfim, pelo Tribunal de Justiça, mas que nós possamos, eu sou favorável que nós possamos atender o cidadão.
JRO 2 – O senhor não acha que isso pode aumentar os índices de violência?
Expedito Junior – Não. Eu não acho que pode aumentar os índices de violência, não. Hoje, se você parar para analisar, o bandido está armado. O bandido está na rua, armado, coagindo, matando, assaltando, enfim. O cidadão de bem e que tem conciência, ele sim, ele pode andar armado.
JRO 2 – Final da progressão de pena, o senhor é contra ou a favor?
Expedito Junior – Veja bem, final da progressão de pena eu sou favorável.
JRO 2 – Também?
Expedito Junior – Também. Sou favorável.
JRO 2 – O senhor não acha que isso iria aumentar ainda mais a população carcerária? A pessoa que tem uma condenação de 12 iria cumprir apenas parte dessa pena no fechado, agora cumprir toda essa pena no fechado?
Expedito Junior – Não. Nós temos que fazer com que o cidadão trabalhe. Nós temos que industrializar o nosso presídio. O que nós não podemos permitir é o que o cidadão entre lá um cidadão, as vezes um ladrão de galinha, e ele sai dali um Phd em assalto a bancos. Então ele tem que cumprir a pena em regime fechado e trabalhando, pagando para a sociedade, não a sociedade pagando por ele.
JRO 2 – E a redução da maioridade penal, o senhor é contra ou a favor?
Expedito Junior – Eu sou favorável. Eu sou favorável a redução da maioridade penal.
JRO 2 – Por que?
Expedito Junior – Porque eu entendo que um jovem de 16 anos ele já é reponsável, ele sabe o que está fazendo. Nós precisamos ter políticas educativas no nosso país, no Brasil.
JRO 2 – Ok. Em seu discurso candidato, falando de outro tema, o senhor defende a transparência, mas a gente sabe que membros do seu partido, o PSDB, estão sendo investigados em várias operações da Polícia Federal em Minas, Paraná, São Paulo, inclusive o senhor já foi cassado por compra de votos, costuma dizer que isso é um assunto requentado, mas o senhor passou por esse problema e o eleitor ele precisa conhecer o histórico dos candidatos que estão aí para serem escolhidos para governar o estado. Por que que o eleitor vai acreditar que essa situação não vai se repetir em Rondônia? O que o senhor vai fazer para evitar episódios de corrupção no seu governo, caso eleito?
Expedito Junior – Primeiro quando você fala do meu PSDB, o meu PSDB é o PSDB de Mariana Carvalho, o meu PSDB é o partido que esteve coligado com Expedito Netto, que teve um mandato exemplar em Brasília, o meu PSDB é um PSDB que esteve coligado com Marcos Rogério, eleito senador com uma votação expressiva e que também teve um mandato exemplar, esse é o PSDB de Rondônia, PSDB que você está falando. Quanto à nossa política, nós vamos, não se pode mais permitir, nós temos que coibir os gastos desnecessários, os desperdícios e nós temos que fazer uma fiscalização dura. Nós temos que, a nossa Procuradoria do Estado, a nossa Controladoria Geral, os controles internos do Estado de Rondônia do Governo do Estado, nós temos que fortalecer. E ainda mais, fortalecer também com o Ministério Público do Estado de Rondônia, o Tribunal de Justiça, enfim, nós precisamos dar respostas rápidas para a sociedade. O nosso governo será um governo transparente, nós faremos um governo terá condições de acompanhar o dia-a-dia dos secretários, o dia-a-dia do governador. Como eu disse, será um governo transparente e acima de tudo será o governo do diálogo.
JRO 2 – Em seu plano de governo, candidato, algumas propostas na área da saúde a gente percebe que nem sempre são compatíveis com o atual orçamento do Estado. O senhor quer construir hospitais de média complexidade nas cidades de Vilhena, cidade de Ariquemes, também construir uma unidade de média e alta complexidade em Ji-Paraná. Como executar essas obras com pouco orçamento ou sem orçamento para isso?
Expedito Junior – Eu quero, não. Eu vou construir como governador do estado de Rondônia. Orçamento nós vamos buscar. Primeiro, seguinte, o hospital de Ariquemes já tem o dinheiro, o hospital de Guajará-Mirim já tem o dinheiro também, falta só 2% da obra para ser concluída e entregue para a população. O hospital de Ariquemes já tem o alicerce pronto. Três anos de obra parada na conta. O hospital João Paulo daqui de Porto Velho também já tem o dinheiro na conta. O quê que falta? Determinação, vontade política, falta agilidade, e é isso que nós vamos fazer. O hospital de Ji-Paraná e da cidade de Vilhena, esses dois não. Nós vamos ter que construir, mas até lá, e eu vou construir com quem? Com a bancada federal, vou buscar dinheiro, vou buscar o orçamento, e também tem o nosso próprio recurso que nós vamos economizar. Quando eu disse para você que nós temos que cortar o desperdício, diminuir o tamanho da máquina, é para sobrar dinheiro, para fazer frente principalmente para a saúde pública do nosso estado. É uma vergonha a saúde do nosso estado. E eu tenho dito sempre, você que está satisfeito com a saúde de Rondônia, o candidato não sou eu não. Se você está satisfeito com a saúde de Rondônia, vota no outro candidato. Eu represento a mudança, e a mudança ela vai, a partir do dia 1º, acontecer no estado de Rondônia. Construindo um estado rápido e ágil.
JRO 2 – Candidato o que que o senhor vai fazer com o Hospital João Paulo II?
Expedito Junior – O novo hospital João Paulo II. O atual governo já está lançando edital já de licitação da obra, então já era um compromisso meu, vou fazer aqui o novo Hospital João Paulo II. Nós temos que parar com essa briga interminável entre interior e capital. Eu tenho que descentralizar, regionalizar atendendo a população do interior no interior do estado e atendendo a população da capital, e bem, aqui no Hospital João Paulo II. Já tem dinheiro, é financiamento, é dinheiro do Pidis.
JRO 2 – Ok, candidato. A gente tem vários exemplos de obras que tem início, mas que na sequência são abandonadas por problemas no projeto básico ou ainda por irregularidades, questão de preço, de padrão estipulado nas licitações. Como é que o senhor pretende coibir essas falhas recorrentes em licitações do Governo Estadual?
Expedito Junior – Cobrando resultados. Nós não podemos permitir mais. O Regional, por exemplo de Ariquemes, três anos paralisado com dinheiro na conta. Isso também é corrupção, isso é desperdício, é corrupção é jogar o dinheiro da população fora. Nós não vamos permitir que isso aconteça no nosso governo. É ter uma fiscalização dura, fazer com que os órgãos de controle, Procuradoria, Controladoria do Estado e os órgãos de controle internos, funcionem. Funcionem com tecnologia, funcionem cobrando. Esse é o nosso compromissoc compromisso com a população do estado de Rondônia. Nós não vamos lançar nenhuma obra sem terminar obras inacabadas, mesmo herdando obras dos governos anteriores. O dinheiro é um só, a população é uma só e o benefício é só para uma pessoa, é para você que está em casa, para a população do estado de Rondônia.
JRO 2 – O senhor não vai lançar nenhuma obra nova sem terminar as inacabadas?
Expedito Junior – Sem primeiro reiniciar as obras paralisadas e as inacabadas.
JRO 2 – Candidato, o senhor diz no seu programa político que vai diminuir o número de secretarias. Em uma eventual gestão, nós vamos ter quantas secretarias? Qual o senhor vai eliminar? De que forma o senhor vai tratar isso?
Expedito Junior – Não. O que eu disse, vamos diminuir o tamanho do Estado, vamos diminuir o tamanho da máquina. Por exemplo, nós temos hoje em torno de cinco a seis mil portarias, funções gratificadas. Nós queremos diminuir isso pela metade, prestigiando os servidores de carreira, os que já estão na estrada há muito tempo trabalhando e carregando piano.
JRO 2 – O senhor fala diminuir o número de secretarias.
Expedito Junior – Não, eu falo número de portarias e também o número de secretarias.
JRO 2 – Isso.
Expedito Junior – Isso nós vamos conversar com os profissionais técnicos que nós haveremos de escolher, e serão técnicos escolhidos a dedo, sem indicação política, sem a barganha política e nós temos que apresentar para a população um Estado enxuto.
JRO 2 – Qual vai ser o perfil dos seus secretários?
Expedito Junior – Técnicos, todos os nossos secretários de primeiro escalão serão técnicos. Eu não vou permitir, está aí a demonstração, nós não estamos fazendo compromisso com partido político nenhum. Nós estamos fazendo compromisso com o cidadão, nós estamos fazendo compromisso com a sociedade. O perfil será técnico, escolhido a dedo.
JRO 2 – Então os partidos da sua coligação não vão indicar nomes?
Expedito Junior – Não vão. Eles sabem disso desde o início que eles estão, desde o início que quando nós desenhamos a nossa aliança, que são só cinco partidos, eu já disse deixei isso claro durante todo o primeiro turno. Todos os candidatos a deputados estaduais, deputados federais e até Senador da República que nos acompanhou já sabia, porque esse era o nosso tom, essa era a nossa fala. Esse era o meu discurso, que eu falava durante todos os dias com a população do nosso estado.
JRO 2 – O estado tem cerca de 4,5 mil servidores comissionados. O senhor pretende diminuir esse número? Em qual percentual?
Expedito Junior – Eu acabei de dizer. Nós vamos diminuir esse percentual, nós vamos nomear..
JRO 2 – O senhor tem uma estimativa de percentual?
Expedito Junior – Não, não tenho, não tenho estimativa de percentual. Nós vamos diminuir e enxugar para trazer, para a necessidade que o estado precisa para tocar um estado enxuto, e as portarias que ficarem, 50% eu quero nomear de carreira, prestigiando servidor de carreira.
JRO 2 – Candidato, o senhor tem alguma ideia nova para resolver a dívida do Beron que é responsável por consumir uma boa orçamento do Estado?
Expedito Junior – Tenho sim e esse assunto não é o assunto mais jurídico, esse assunto é um assunto político. Nós temos que liderar um processo, ecomo foi eu que votei como Senador da República, eu que votei essa lei. O presidente na época recorreu ao Supremo Tribunal Federal, hoje está suspenso por uma liminar. Qual é a decisão, quê que nós temos que fazer? A decisão é política.
JRO 2 – O quê que está suspenso, candidato?
Expedito Junior – Está suspensa a decisão que nós aprovamos no senado. O ministro Lewandowski ele suspendeu e determinou que continuasse o pagamento da dívida. Nós aprovamos o projeto que era para suspender toda dívida, por entender que nós não devemos mais, o estado de Rondônia não deve essa dívida. Então o que que nós temos que fazer, nós temos que fazer com que o Supremo imediatamente julgue o mérito dessa ação. Ao julgar o mérito da ação, já está lá, o perito já nos garante 50% pelo menos de cara nós já vamos deixar de pagar essa dívida, essa divida do Beron. Então o quê que precisa aí? Precisa alguém que tenha experiência, capacidade e preparado para governar Rondônia e enfrentar esses problemas também em Brasília. Lá eu conheço e conheço muito bem, fui deputado federal e Senador da República e vocês podem ter certeza eu daria conta do recado novamente.
JRO 2 – Candidato, o investimento no agronegócio, é consenso. O que o senhor pretende fazer além de distribuir sementes e calcário?
Expedito Junior – Nós temos que fazer com que, primeiro que governar é fazer estradas. Como é que eu vou querer proporcionar aos nossos, principalmente agricultura familiar, o agricultor familiar, eu quero fazer com que chegue ao crédtio subsidiado, se eu não dou a ele condições de escoar a sua produção? Então eu tenho que fazer estradas. Outra coisa, nós temos que fazer a regularização fundiária. Hoje quando o cidadão, quando o produtor vai ao banco, a primeira coisa que exigem dele é o documento da terra, é o documento da área. Ele não tendo o documento da área, ele não consegue fazer o financiamento. Então nós vamos ter que atuar fortemente para que possamos entregar o título definitivo para o cidadão. Outra coisa, nós temos que corrigir as nossas áreas degradadas. Nós não precisamos desmatar mais nada no nosso estado. E com certeza ao corrigir as nossas áreas degradadas eu vou triplicar a nossa produção, e aí você pode ter certeza, nós vamos estra aumentando a nossa receita e facilitando a possibilidade de eu estar melhorando o salário dos nossos servidores, valorizando mais os nossos servidores, e prestando um serviço de qualidade na saúde, na educação, na nossa agricultura para a população do nosso estado. Este é o nosso compromisso. Eu conheço e conheço muito bem. Eu conheço Rondônia na palma da mão. Eu conheço o nosso estado como ninguém. Eu andei e ando Rondônia, os 52 municípios e todos os distritos, então eu sei o que eu estou falando e sei como resolver o problema do nosso estado.
JRO 2 – O senhor tem um minuto para as considerações finais.
Expedito Junior – Eu quero aproveitar para agradecer e dizer para a população de Rondônia que eu estou pronto e preparado para governar o estado de Rondônia. Não fujo de compromisso, não fujo de debate, não fujo de entrevista porque estou pronto para governar o meu estado. Venho aqui pedir essa oportunidade para você. Eu digo mais uma vez, quem está satisfeito com os oito anos do governo que passou, com a saúde, com as estradas, com a educação, o candidato não sou eu, o candidato é outro. Eu sou o candidato da mudança. Expedito Junior, número 45, peço a vocês a oportunidade para governar o meu estado, e podem ter certeza, farei um governo mais humano. Eu sou e serei o governador dos compromissos,das transformações, não serei jamais o governo da perseguição.
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TSE mantém João Capiberibe no segundo turno da eleição para governador do Amapá

Candidato a vice na chapa de Capiberibe é do PT, que teve as candidaturas barradas pela Justiça Eleitoral do estado. Candidato do PSB ao governo recebeu 119,5 mil votos e ficou em 2º lugar. João Capiberibe (PSB), candidato ao governo do Amapá
Geraldo Magela/Agência Senado
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (16) manter válidos os votos recebidos por João Capiberibe, candidato do PSB ao governo do Amapá. Com a decisão, ele poderá participar do segundo turno no estado. A Corte também liberou a propaganda eleitoral do segundo turno no estado.
Os votos foram anulados antes do primeiro turno porque candidatos do PT tiveram os registros indeferidos pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Amapá por problemas na prestação de contas do partido. O candidato a vice na chapa de Capiberibe foi Marcos Roberto, do PT.
No dia da eleição, o ministro Og Fernandes, concedeu liminar determinando que o TRE validasse os votos, afirmando que “o óbice recai exclusivamente na figura do vice” e que o plenário ainda iria se manifestar sobre a questão.
Com 100% das urnas apuradas, Waldez Góes (PDT) ficou em primeiro lugar, com 133.241 votos, seguido de Capiberibe, com 119.500. O terceiro colocado, Davi (DEM), somou 94.278 votos.
Na sessão desta terça, os ministros entenderam que não houve má-fé da chapa ao indicar o candidato a vice, que não estava em uma situação “sabidamente inelegível”. Por seis votos a um, a maioria da Corte decidiu manter a chapa na disputa, com direito à substituição do vice. A proposta feita ao TSE foi a substituição por Andrea Tolentino (PSB). Já a possibilidade de fazer a propaganda eleitoral foi aprovada por unanimidade.
Já o início da propaganda eleitoral foi aprovado por unanimidade. O ministro Og Fernandes suspendeu, em 11 de outubro, o início da propaganda eleitoral no Amapá porque a Corte ainda não havia definido quem disputaria a eleição no segundo turno.
O vice-procurador geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, opinou contra manter a candidatura, argumentando que a chapa teve até o dia 17 de setembro para substituição em razão do problema o registro de candidatura. “Um candidato que, sabidamente, com uma coligação que tinha um partido que, sabidamente, não podia estar ali, avança esse prazo, assumindo todos os riscos”, disse.
O relator do caso no TSE, ministro Og Fernandes, manteve seu entendimento argumentando que a coligação agiu de boa-fé, porque o impedimento do vice só foi confirmado faltando dois dias para as eleições. “Tudo isso inviabilizou a substituição da candidatura”, afirmou. “Ao tempo da substituição, não havia óbice à chapa.”
Em seu voto, ele também autorizou a substituição do vice na chapa, afirmando que a “melhor solução para o caso passa por garantir que sejam submetidos ao voto popular uma chapa que possua um candidato a governador e um candidato a vice”.
O ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o relator. “Não há qualquer indício de que foi escolhido candidato sabidamente inelegível para preencher a chapa”, afirmou. “Seria profundamente injusto com um candidato que não trazia mácula e com a soberania popular.”
O ministro Admar Gonzaga afirmou que a posição da Corte é a de “não trair a confiança do eleitor soberano”. “O eleitor foi informado sobre a higidez da chapa e que aqueles votos seriam computados.”
Em seguida, o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho afirmou que “não seria de se esperar dos candidatos um comportamento daquele que entenderam”.
Os ministros Edson Fachin e Jorge Mussi também acompanharam o relator. Em seguida, ministra Rosa Weber, presidente da Corte, votou contra. “Tenho posição formada”, disse a ministra, argumentando que o TSE entende pela impossibilidade de cisão da chapa.
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Usuários do Youtube relatam instabilidade em diferentes países

RIO — Usuários da Youtube em diferentes países estão relatando instabilidade na noite desta terça-feira. O problema ainda não foi esclarecido pela empresa, mas muitos usuários de smartphones iOS e Android, e na versão desktop dizem que estão com dificuldades para visualizar vídeos em seus feeds. De acordo com o site “Down Detector”, a maior parte dos relatos de problemas vem dos Estados Unidos, Brasil e Autrália. Por volta das 22h, o site “Down Detector” já havia registrado mais de duas mil reclamações sobre a instabilidade no site. Embed1 Embed2 Embed3 Pelo Twitter, o Youtube diz que está trabalhando para resolver os problemas e pede desculpas pelo incoveniente. “Obrigado por seus relatórios sobre YouTube, YouTube TV e problemas de acesso ao YouTube Music. Estamos trabalhando para resolver isso e vai deixar você saber uma vez fixado. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar e vai mantê-lo atualizado”, diz. Embed: Youtube
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Como será a diferença na expectativa de vida dos países em 2040

RIO — A expectativa de vida média deve aumentar em todos os países do mundo até 2040, segundo um relatório divulgado esta terça-feira por pesquisadores da Universidade de Washington. No entanto, a disparidade entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento sobreviverá às próximas duas décadas.Mesmo que alguns países em desenvolvimento avancem significativamente no ranking — a Nigéria, por exemplo, pulará da 157ª para a 123ª posição —, as nações desenvolvidas monopolizam o topo do levantamento. A Espanha ocupará a liderança, com expectativa de vida chegando a 85,8 anos em 2040, seguida por Japão, Cingapura, Suíça, Portugal e Itália. IdososO envelhecimento da população preocupa autoridades destes países. Estima-se que, daqui a 50 anos, Portugal poderá ter apenas metade dos habitantes em idade ativa. A população encolhe há nove anos consecutivos.O Japão é o país com mais idosos no mundo. Eles representarão 40% da população em 2065. Em segundo lugar está a Itália, que conta com 168,7 idosos a cada 100 jovens.Nessas nações, a expectativa de vida ultrapassa os 80 anos mesmo no cenário mais pessimista. Já em Lesoto, um dos países de classificação mais baixa, este índice seria de apenas 45,3 anos.— As desigualdades entre os países continuarão grandes — pondera Christopher Murray, diretor do Instituto de Medição e Avaliação de Saúde (IHME) da Universidade de Washington e um dos autores do estudo, publicado na revista “The Lancet”. — Em um número substancial de nações, muitas pessoas continuarão tendo renda relativamente baixa, permanecerão com baixo nível educacional e morrerão prematuramente. Poderiam progredir mais rapidamente caso enfrentassem alguns dos principais riscos, como o tabagismo e a dieta pobre em nutrientes.No pior cenário projetado, a expectativa de vida diminui em quase metade de todos os países na próxima geração: 87 nações experimentarão declínio e 57 verão um aumento de um ano ou mais. Em contraste, no cenário mais otimista traçado pelos pesquisadores, 158 países verão ganhos de expectativa de vida de pelo menos cinco anos, enquanto 46 poderão ter ganhos de 10 anos ou mais.No topo do rankingOs países com maior expectiva de vida média em 2040.1º Espanha: 85,8 anos2º Japão: 85,7 anos 3º Cingapura: 85,4 anos 4º Suíça: 85,2 anos 5º Portugal: 84,5 anos6º Itália: 84,5 anos 7º Israel: 84,4 anos8º França: 84,3 anos 9º Luxemburgo: 84,1 anos 10º Austrália: 84,1 anos Na lanterninhaOs países com menor expectiva de vida média em 2040.186º Ilhas Salomão: 66,5 anos187º Papua Nova Guiné: 66,3 anos188º Micronésia: 66,2 anos189º Kiribati: 65,7 anos190º Afeganistão: 65,2 anos191º Suazilândia: 65,1 anos192º Somália: 63,6 anos193º Zimbábue: 61,3 anos194º República Centro-Africana: 58,4 anos195º Lesoto: 57,3 anos
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TJ condena advogados de Nem a três anos de prisão por tentativa de suborno

RIO – A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio condenou, por unanimidade, na tarde desta terça-feira, os advogados Luiz Carlos Cavalcanti Azenha e Demóstenes Armando Dantas Cruz, a três anos de reclusão e 15 dias-multa por corrupção ativa. Os dois eram réus no processo em que foram acusados de tentar subornar o policial militar Disraeli Gomes de Figueiredo e Silva, em 10 de novembro de 2011, quando tentavam dar fuga ao traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, escondido no porta-malas do veículo no qual viajavam. Os desembargadores também entenderam que, apesar de os dois advogados darem fuga ao criminoso, o crime para este tipo penal havia prescrito. Nem 16/10O desembargador José Muiños Piñeiro Filho, relator da apelação criminal, sustentou que os dois advogados feriram gravemente o Código de Ética da OAB ao dar fuga a um criminoso e ainda oferecer vantagem indevida a um funcionário público, no caso o policial militar. O relator ressaltou ainda em seu voto que os réus, na condição de advogados, afrontaram, de uma só vez, “a Constituição que dá relevo à advocacia como essencial à justiça; o estatuto da Advocacia, que impõe conduta correta no exercício do ‘múnus privado’; e o Código de Ética da profissão, pelo que se exige maior reprovação nas condutas criminosas imputadas”. Segundo o acórdão, o tenente Disraeli, na época no Batalhão de Choque da Polícia Militar, parou o carro, um Corolla na cor preta, onde estavam os advogados e um motorista, na Estrada da Gávea com a Rua Marquês de São Vicente, na Gávea, e solicitou que todos desembarcassem do carro para uma revista e abrissem a mala. Demóstenes alegou ser corregedor da OAB, o que não era verdade, e disse que não cumpriria a ordem. Azenha teria dito, “se não haveria uma maneira melhor de resolver isso”, e prosseguiu: “vou dar um papo reto, a mala tá abarrotada de dinheiro, tem real, euro, que se tratava de crime de evasão de divisa e que é você determinar o quanto”(sic).Diante da tentativa de suborno, o tenente ordenou que todos se dirigissem à Polícia Federal, e pediu o reforço de mais dois carros da PM para conduzi-los. No caminho, o veículo de Azenha e Demóstenes parou quando passava pela Avenida Epitácio Pessoa, próximo ao Complexo de cinemas Lagoon, ainda na Lagoa. O motorista do veículo, André Luis Soares Cruz, que havia se identificado como Cônsul do Congo, solicitou que se dirigissem à sede da 15ª DP (Gávea), onde disse que teria “uma migo que resolveria tudo”. Como Disraeli não concordou, Demóstenes ofereceu R$ 20 mil ao policial: “não tem uma melhor maneira de resolver isso? A gente paga R$ 20 mil para ficar melhor para todo mundo”. O PM deu voz de prisão aos advogados. Em seguida, a mala foi aberta e a descoberta de que Nem tentava fugir da Rocinha com a ajuda de Demóstenes e Azenha. No veículo havia ainda uma bolsa com documentos, 50,5 mil Euros e R$ 60.078,00. Durante o processo, segundo o acórdão, os policiais Disraeli e o parceiro Ronald Cadar, “apresentaram, em juízo, versões harmoniosas com aquelas aduzidas em sede inquisitiva”. A pena para quem oferecer vantagem indevida a funcionário público, prevista no artigo 333 do Código Penal, é de um a oito anos de reclusão e multa. Como os advogados foram condenados a três anos, portanto, inferior a quatro anos, a pena restritiva de liberdade será substituída por duas restritivas de direito, ou seja, o pagamento de cestas básicas correspondentes ao valor de dez salários mínimos (R$ 9.5 mil) para uma instituição que seria definida pela Vara de Execuções Penais (VEP), pelo mesmo prazo da condenação. Pesou na decisão também o fato de os advogados serem primários e terem endereço fixo.
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Cinco mulheres são detidas tentando entrar com drogas em presídio no ES

Drogas estavam escondidas nas partes íntimas das suspeitas, que foram levadas para a Delegacia Regional de Vila Velha. Remédio tarja preta usado para dormir também foi apreendido. Cinco mulheres foram detidas tentando entrar com drogas e remédios dentro de um presídio no Complexo de Xuri, em Vila Velha, no horário da visita íntima na tarde desta terça-feira (16). Segundo agentes, elas estavam com os materiais escondidos nas partes íntimas. Todas foram levadas para a Delegacia Regional da cidade.
Delegacia Regional de Vila Velha, para onde as mulheres foram levadas
Manoel Neto/TV Gazeta
Três mulheres foram descobertas depois de passarem pelo equipamento de scanner. As outras duas se recusaram a passarem pela revista e depois acabaram contando sobre os materiais que levavam.
No total foram apreendidas 74 buchas de maconha, 56 buchas de fumo, um remédio tarja preta para dormir e um estimulante sexual.
Não há confirmação se as detidas se conheciam e estavam juntas no plano de levar o material ilícito para dentro do presídio. Todas foram levadas para a delegacia para prestarem esclarecimentos ao delegado de plantão, juntamente com as drogas e remédios.
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