Operação apura fraude contra o Instituto de Previdência do RS


Conforme a polícia, suspeitos lançavam dados de exames clínicos em duplicidade e em outros casos utilizavam nomes de segurados que já morreram para receber os pagamentos do IPERGS. Estima-se prejuízos ao Estado de cerca de R$ 500 milhões. Operação apura fraude contra o Instituto de Previdência do RS
Polícia Civil/divulgação
A Polícia Civil realiza uma operação na manhã desta sexta-feira (28) para combater uma possível fraude contra o Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPERGS). Estão sendo cumpridos cinco mandados judiciais de busca e apreensão em Porto Alegre, São Jerônimo, Charqueadas, Minas do Leão e Butiá.
Segundo os delegados André Lobo Anicet e Max Otto Ritter, há suspeitas de que a proprietária e duas funcionárias de um laboratório investigado teriam inserido no sistema informações sobre exames falsos. Conforme a polícia, elas são suspeitas de lançar dados de exames clínicos em duplicidade e em outros casos de utilizar nomes de segurados que já morreram com o objetivo de receber os pagamentos do IPERGS.
O valor total dos prejuízos ao Estado ainda não foi calculado, mas estima-se que seja em torno de R$ 500 milhões, de acordo com os delegados.
O objetivo da operação é localizar é apreender documentos, agendas, cartões de beneficiários e/ou pensionistas do IPE, computadores, notebooks entre outros elementos de informação que possam comprovar os delitos. A ação conta com a participação de 28 policiais civis.
A operação recebeu o nome de Analysis e tem a participação da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária (Deat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
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