O projeto que levou um exército de 'caçadores de tempestades' à Argentina


Um dos veículos utilizados pelos pesquisadores do projeto Relâmpago para estudar as tempestades na Argentina (Foto: Divulgação via BBC News Brasil)

 

 

Cerca de 160 pessoas, incluindo meteorologistas, estudantes, engenheiros e técnicos, estão na Argentina em busca de tempestades.

E eis que, segundo os cientistas, as tempestades que ocorrem no centro-norte do país “são realmente as melhores das melhores”.

“Acreditamos que as tempestades na Argentina produzem mais granizo e mais raios do que em qualquer outro lugar do mundo”, diz Stephen Nesbitt, que lidera o projeto Relâmpago, que é a sigla em inglês para Detecção Remota de Processos de Eletrificação, Raios e Mesoescala/microescala com Observações de Campo.

Agora, um exército de cientistas quer estudar de perto as tempestades “únicas” produzidas no país para, com base nos resultados, melhorar as previsões do tempo.

Mas o que eles procuram? Como fazem isso? E o que faz da Argentina o lugar ideal para esse tipo de trabalho?

Relâmpago-CACTI

Os pesquisadores fazem parte de dois projetos que trabalham em conjunto.

Do projeto Relâmpago participam a Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos, a NASA, a Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Argentina, a Secretaria de Ciência da Província de Córdoba, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil (Inpe) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Pesquisadores do projeto usam o Twitter, por exemplo, para divulgar fotos do que ocorre na Província de Córdoba e disponibilizar um canal para que a população envie suas próprias imagens para publicação.

Hoy es día sin operaciones en #RELAMPAGO2018. ¿Posible salida de campo mañana? Mientras tanto les adjuntamos algunas fotos que nos llegaron de los eventos que ocurrieron ayer en la provincia de Córdoba. Si queres que publiquemos tus fotos, envialas acá
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