Mulher morta na Baixada pode ter sido vítima de execução, diz polícia


Rio- O delegado Fábio Salvadoretti,
da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), disse que a principal
linha de investigação do assassinato de Adeclyr Costa Pereira Guimarães, de 40 anos, é de
que ela foi vítima de uma execução. Segundo testemunhas contaram aos policiais,
o assassino parou o carro ao lado do automóvel de Adeclyr e fez os disparos.

Equipes da DHBF estão recolhendo imagens de câmeras das proximidades da casa
da vítima, entre elas, as de duas instaladas na casa de Adeclyr. As imagens podem identificar o veículo
usado no crime e também o autor ou autores do assassinato.

— Esse assassinato foi uma barbárie, uma covardia — disse o delegado.

Adeclyr foi
assassinada por volta das 17h desta segunda-feira, quando chegava em casa, na
Travessa Guilhermina, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. A mulher parou o
carro, um EcoSport,
para que a sua mãe, de 73 anos, e as duas filhas, uma de 17, e outra, de 37, que
é adotada, desembarcassem. Depois que as três desceram, um veículo parou ao lado
do carro da vítima e efetuou os disparos.

— Nenhuma linha de investigação está descartada, inclusive de feminicídio.
Precisamos ouvir familiares e amigos para saber sobre os seu relacionamentos e
também se há algum inimigo que passa ter cometido esse crime cruel — disse Salvadoretti.


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