Mulher em foco no Maison de France

bardot.jpgIntitulada “Censura, representações da mulher”, a edição especial do
Cinemaison, dedicada aos 50 anos do Maio de 68, exibe hoje quatro filmes
franceses com foco em personagens femininas. O destaque é o clássico “E Deus
criou a mulher”, de Roger Vadim (França, 1956), que projetou Brigitte Bardot
(com Jean-Louis Trintignant, na foto) ao estrelato, tornando-a um símbolo
sexual.

— Escolhemos este longa para abrir porque, apesar de hoje parecer bastante
inofensivo, na época gerou grande polêmica, chocou pela nudez de Brigitte
Bardot, retratando uma época de moralismo, foi um escândalo mundial — destaca
Pierre Chaintreuil, chefe do departamento do serviço de classificação etária de
filmes na França, presente nas sessões.

Em seguida são exibido “O demônio das 11 horas”, de Jean-Luc Godard (1975, 15h);
“Emmanuelle”, de Just Jaeckin (1974, 18h); e “Baise-Moi”, de Virginie Despentes
e Coralie Trinh (2000, 20h).


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