Moradores da Rocinha ainda sofrem um ano após a invasão da comunidade


RIO – Um ano após a guerra da Rocinha, os moradores da comunidades ainda vivem com medo. Muitos se mudaram, e os que ficaram têm dificuldades de alugas seus imóveis. Desde o dia 17 de setembro de 2017 foram 58 mortos, 25 feridos, 596 interrupções de serviços de unidades de saúde por causa da violência, 69 pedidos de funcionários da saúde para sair de nove unidades e 212 confrontos ou disparos, segundo registros feitos pelo Fogo Cruzado na Rocinha.LEIA: Policial de UPP alertou sobre risco de invasão na RocinhaARTIGO: o dia 17 de setembro de 2017 não acabouA Secretaria municipal de Educação diz que, em 15 dias letivos de 2017, pelo menos uma escola ou creche de sua rede na comunidade precisou fechar as portas devido a tiroteios. Os comerciantes calculam uma redução de 30% no faturamento desde o início da guerra.LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA (APENAS PARA ASSINANTES)LEIA: No estado, a cada cinco mortes violentas, uma é cometida por policialLEIA: Escolas em áreas conflagradas do Rio têm notas baixas no IdebVEJA: Disputas com armas de fogo dobram em áreas da Zona Oeste do RioLEIA: Traficante Rogério 157 é condenado a 32 anos de prisãoLEIA: Inquérito apura acordo de tráfico da Rocinha com organização
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