Ministros do STF participam de homenagem aos 80 anos do jornalista Luiz Orlando Carneiro


O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes estiveram no Comitê de Imprensa da Corte na tarde desta terça-feira (30) para comemorar os 80 anos do jornalista Luiz Orlando Carneiro, profissional que há 25 anos faz a cobertura diária dos trabalhos do Supremo. Sempre bem humorado, ao agradecer o cumprimento dos ministros e dos colegas, o decano do Comitê disse que a data marca o momento em que ele deixa de ser idoso para se tornar um octogenário.
O ministro Toffoli disse que acompanha os trabalhos da imprensa do Supremo desde 1995, quando veio para Brasília. Durante todo esse tempo, Luiz Orlando sempre transmitiu uma tranquilidade que se espraia para todos. É um profissional calmo, “absolutamente lhano no tratamento”, um verdadeiro exemplo para todos, sem perder a profundidade, a qualidade de seu trabalho. E a prova disso é o carinho e o respeito que o decano dos jornalistas tem de todos os colegas, dos ministros, dos servidores, advogados e membros do MP, salientou o presidente do STF.
Ao agradecer a homenagem organizada pelos seus colegas de trabalho no Comitê, Luiz Orlando frisou que a companhia diária dos jornalistas, todos mais jovens, o faz sentir, também, cada dia mais jovem. Ele revelou que não é muito comum um jornalista chegar aos 80 anos trabalhando, mas disse que tem saúde e ama o que faz. O jornalista disse que a aposentadoria não está nos seus planos.
Formado em Direito, Luiz Orlando começou a estagiar no Jornal do Brasil em 1959. Em 1964 assumiu a subchefia de reportagem do jornal. Em 1969, sob a direção de Alberto Dines, virou editor de notícias (cargo equivalente hoje a editor executivo), cargo que exerceu até 1974. Nesse ano, sob o comando de Walter Fontoura, assumiu a chefia de redação, onde permaneceu até 1979. Nessa época, a convite do diretor e proprietário do JB, Manuel Francisco do Nascimento Brito, assumiu o desafio de chefiar e ampliar a sucursal do jornal em Brasília, no cargo de diretor regional. Ficou no cargo até 1992, passando, na sequência, a fazer a cobertura dos Tribunais Superiores.
Após deixar o Jornal do Brasil, Luiz Orlando foi convidado a trabalhar no site especializado Jota, onde além continuar a cobertura do Supremo, mantém uma coluna sobre jazz, uma de suas declaradas paixões.
MB/EH
 
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