Mercadorias começam a faltar em Fernando de Noronha

Barcos de carga estão sendo esperados no final da semana Mercadorias são esperadas por avião e navios
Ana Clara Marinho/TV Globo
Produtos como frutas, verduras, ovos e frios começam a faltar em Fernando de Noronha. O supermercado Poty transporta as mercadorias perecíveis continente para a ilha por avião, mas nos últimos dias os produtos não chegaram. “A gente faz embarque semanal de algumas frutas, frios, laticínios, a empresa aérea está sem receber a carga. A informação que é a partir do dia 31 vamos ter uma estimativa de quando poderemos entrar nossa carga”, explicou a gerente do Poty, Juliane Maciel.
A gerente do supermercado também informou que a expectativa é que uma embarcação do estabelecimento com alimentos zarpe do Recife para a ilha nessa quarta-feira (30).  A previsão de chegada do navio é na sexta-feira (1).
Frutas e verduras estão em falta nesse mercado
Ana Clara Marinho/TV Globo
No outro supermercado, o Noronhão, alguns produtos como verduras estão em falta, mas a gerência da empresa explicou que não houve procura além do normal. “ Nós não trazemos verduras em grande quantidade para não estragar, mas no final dessa semana estaremos recebendo reposição, que chega no nosso navio de carga. Acreditamos que até sábado (2), teremos novas mercadorias ”, disse o gerente do Noronhão, Marivaldo Francisco.
Nesse outro mercado a oferta é maior
Ana Clara Marinho/TV Globo
Os consumidores de Fernando de Noronha já estão acostumados a se adaptar a situação de possíveis faltas, em função da situação geográfica da ilha, que as vezes enfrenta problemas de abastecimento.  A crise de abastecimento causada pela greve dos caminhoneiros não chega a preocupar.
“Eu vim comprar tomate, cebola, infelizmente está em falta. Eu vou me virar com o que tiver, vou tentar substituir”, disse a manicure, Edna Paiva. “Tentei comprar ovo, não encontrei. Vou esperar a chegada do barco”, afirmou a secretária Conceição Medeiros. “Eu estou procurando frutas e verduras, não tem, a solução é esperar”, disse a empresária Josineide Araújo. 
 
  
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