Jô Soares lança o segundo volume de sua biografia e relembra companheiros como Paulo Silvino, o Severino de Zorra Total


RIO — Para Jô Soares, agora é “até 2098”. Com o segundo volume do “Livro de Jô: uma autobiografia desautorizada”, que chega nesta sexta-feira às lojas pela Companhia das Letras, o humorista, apresentador, escritor, ator, diretor, pintor e cantor enfim completa o relato do que viveu e viu nos seus primeiros 80 anos de vida. E agora sossega até os próximos 80.O incêndio do Museu Nacional (que ele visitou durante as pesquisas para o bem-sucedido romance “O Xangô de Baker Street”, de 1995) entra, no livro, no inventário afetivo de perdas recentes, como as dos companheiros de humor Paulo Silvino (em agosto do ano passado) e Agildo Ribeiro (em abril deste ano).— Eu me lembro muito das coisas que o Silvino falava no camarim, as brincadeiras que a gente fazia, porque ele era complemente maluco no melhor sentido da palavra, ele criava com uma facilidade extraordinária — diz. — E o Agildo era espetacular em shows solo, pequenos, em boates ou teatros. Não sinto saudades de épocas, só de pessoas.O humorista falou ainda sobre o atual momento do Brasil:— Tem momentos em que você fica absolutamente chocado com o absolutamente correto, porque não há nada menos correto do que o absoluto.Leia a matéria completa e trechos do livro aqui.
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