Guta Stresser: ‘Já perdi amores na vida por excesso de ciúme’

RIO – Depois de passar 14 anos na pele da espevitada Bebel de “A grande família” (a série da Globo ficou no ar entre março de 2001 e setembro de 2014), Guta Stresser está agora dividida entre trabalhos na televisão, no teatro e no cinema. A atriz é vista de segunda a sexta-feira em “Malhação: Vidas brasileiras”, no papel da empregada doméstica Rosália. Além disso, vai dirigir a peça “Eu só queria que você não olhasse pro lado”, de Herton Gustavo Gratto. Aos 45 anos, a curitibana diz preferir ter a rotina invadida pelo trabalho:LEIA MAIS: Deborah Secco assume preguiça até para fazer sexo: ‘Depois que começa fica uma delícia’CONFIRA: Deborah Secco se inspira em Ivete Sangalo para papel em‘Segundo sol’VEJA AINDA: Destaque em ‘Onde nascem os fortes’, Alice Wegmann fala sobre o assédio que sofreu— Os momentos em que cheirei uma depressãozinha na vida foram os que fiquei mais tempo sem trabalho — conta Guta, que também esteve em cartaz recentemente com o filme “Antes que eu me esqueça”, de Tiago Arakilian, como a prostituta Joelma.Escrita por Patrícia Moretzsohn e com direção artística de Natalia Grimberg, a atual temporada de “Malhação”, que fica no ar até o ano que vem, deu a Guta a oportunidade de construir um tipo totalmente novo em sua carreira:— Para compor a Rosália eu me inspirei em várias pessoas, como a Cláudia, minha diarista há três anos. O lado mãe amorosa da Dona Nenê, de “A grande família”, foi outra inspiração. E o filme “Que horas ela volta?” também.Este é o primeiro trabalho mais longo de Guta na TV após “A grande família”. No intervalo entre as produções, a atriz esteve na série “Amorteamo”, exibida em 2015, e participou da primeira temporada de “Mister Brau”, no mesmo ano. — Falo que sou veterana de um trabalho só na TV. Eu tinha curiosidade de fazer outras coisas, e lutei para viver personagens diferentes no cinema e no teatro durante “A grande família”.Inquieta, Guta quer coproduzir a série “A corretora” (ainda sem emissora), em que interpretará uma corretora de imóveis médium que vende casas mal-assombradas. Ela vai dirigir ainda o documentário “O caminho do peixe”, sobre a trajetória do pescado até a mesa do consumidor, para falar sobre meio ambiente. Ainda como diretora, vai trabalhar com a atriz Rose Abdallah, sua colega e amiga do grupo Fodidos Privilegiados, em “Eu só queria que você não olhasse pro lado”, que fala sobre ciúme e suicídio, com estreia para o segundo semestre. — A peça mostra o ciúme como patologia em nossas vidas, fala de o quanto gastamos tempo com isso. Vivo um relacionamento de dez anos (com o músico André Paixão, conhecido como Nervoso) e passei por várias fases em que era muito ciumenta. Já perdi amores na vida por excesso de ciúme. Aprendi a lidar com esse sentimento na marra, fazendo muita terapia — conta, aos risos.
Leia a notícia completa em O Globo Guta Stresser: ‘Já perdi amores na vida por excesso de ciúme’

O que você pensa sobre isso?