Futuro ministro de Minas e Energia é defensor de tecnologia nuclear desenvolvida no Brasil


RIO – Diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, o almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, que acaba de ser apontado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro como ministro de Minas e Energia, é um defensor da tecnologia nuclear desenvolvida no Brasil como estratégica para o país.Em entrevista à revista “Brasil Nuclear”, Bento afirmou que o submarino com propulsão nuclear será importante para “proteger a Amazônia Azul”.“O mar foi, é e sempre será uma fonte de riquezas para o Brasil. É na chamada Amazônia Azul, uma imensa área marítima de aproximadamente 4,5 milhões de km2, que desenvolvemos as atividades pesqueiras, o comércio exterior e a exploração de recursos naturais. É pelo mar que passam 95% das nossas exportações e importações. E é no mar que está 90% do nosso petróleo. É, portanto, para proteger a Amazônia Azul que vamos ter o submarino com propulsão nuclear”, disse Bento, na edição de novembro de 2017 da revista.Na entrevista, Bento lembrou ainda a importância histórica do país na tecnologia nuclear, destacando que, desde a década de 1950, a Marinha vislumbrou “a necessidade crucial de dominar, por seus próprios meios, uma tecnologia que as grandes potências jamais quiseram compartilhar com outras nações”
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