Falta de vacinas contra a meningite deixa crianças sem imunização em Santarém


Não há previsão para que os postos de saúde sejam abastecidos com a vacina. Sespa aguarda comunicado do Ministério da Saúde sobre a regularização da entrega. Vacina contra meningite está em falta
Reprodução/TV Gazeta
A falta da vacina contra meningite tipo C tem se tornado um problema para quem tem filhos pequenos. Em Santarém, no oeste do Pará, não há previsão para que os postos de saúde sejam abastecidos com a vacina. Mas o problema não afeta só o município, há registro de estoques vazios nos postos de saúde de diversos estados.
A vacina é uma das prioritárias na caderneta de vacinação e integra o calendário básico do Ministério da Saúde, e é indicada para bebes de três e cinco meses e para adolescentes, de 12 e 13 anos.
Ao G1, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) disse que a falta está ocorrendo em nível nacional e que não há previsão para o abastecimento no município. A Sespa disse ainda que aguarda um novo comunicado do Ministério sobre a regularização dessa entrega.
Em julho, o Ministério da Saúde comunicou ao Jornal Nacional que o desabastecimento da Meningocócica C atinge todo o país e que problema ocorre porque a empresa que produz as vacinas, a Fundação Ezequiel Dias, tem atrasado as entregas. A previsão era que a situação fosse normalizada em agosto, porém, ainda não regularizou. Em clínicas particulares, a vacina pode chegar a R$ 450.
A meningite é uma inflamação nas meninges, membranas que envolvem parte do cérebro. A doença pode ser causada por vírus, fungos ou bactérias – sendo a bacteriana a mais grave. Ela pode causar paralisia, perda de audição e epilepsia, entre outros problemas.
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