Diretoria não vai à reunião, e protesto na sede do Flu termina sem incidentes


O protesto marcado para a noite desta quinta, na sede do Fluminense, terminou sem maiores transtornos. De 30 a 40 torcedores estiveram presentes em frente ao clube e gritaram palavras de ordem contra a diretoria. Com o policiamento reforçado no local, nenhum incidente foi registrado.Os principais alvos dos torcedores foram o presidente Pedro Abad, seu grupo político (Flusócio) e o ex-presidente Peter Siemsen. Com um carro de som, cantaram músicas de protesto e não economizaram nas acusações e xingamentos.Os presentes também deixaram recados para membros da oposição. Ainda que sem citar nomes, deixaram claro se tratar dos integrantes da Unido e Forte, grupo que até abril fazia parte da gestão.A reunião propriamente dita acabou virando apenas um palanque para os opositores de Abad. Ninguém da diretoria e do Flusócio compareceram. A principal pauta do dia era a apresentação do planejamento do futebol para 2019. O argumento para o não comparecimento foi o de que ainda não é botar de tratar deste assunto.O Fluminense ainda não sabe se estará na Série A ou B no próximo ano. A definição sairá do jogo contra o América-MG, domingo, no Maracanã. Um empate garante a permanência na elite. Em caso de derrota, os tricolores terão que torcer por uma derrota do Vasco e para que a Chapecoense não vença.O técnico à frente da equipe será o interino Fábio Moreno. Após a série de oito jogos sem vitórias e sem gols, Marcelo Oliveira foi demitido.
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