Crivella culpa dirigentes de escolas de samba pelo fim do patrocínio da Uber no carnaval


RIO – O prefeito Marcelo Crivella comentou na manhã desta sexta-feira no Palácio da Cidade, em Botafogo, a decisão da Uber de retirar o patrocínio de R$ 500 mil a cada escola de samba do Grupo Especial e de R$ 2,5 milhões para o desfile da Intendente Magalhães, na Zona Norte. Durante coletiva de lançamento da Árvore do Rio, que será inaugurada neste sábado na Lagoa, o prefeito culpou os dirigentes das escolas por “falta de transparência” : – A Uber ajudou no ano passado e quis sair este ano. Eu busquei patrocínio e as escolas perderam, por razões de gestão, falta de transparência e prisão de seus líderes. Se quisermos fazer parcerias com a iniciativa privada, é importante que o prefeito não cobre pedágio, não exija propina. É preciso ter o princípio que gere uma empresa, um lar, uma casa, que é a honestidade – disse Crivella, fazendo referência à prisão do deputado estadual Chiquinho da Mangueira, presidente da verde e rosa.Crivella não informou quando a prefeitura fará o repasse do subsídio de R$ 1 milhão para cada escola do Grupo Especial. E disse que todos os eventos promovidos pela prefeitura não terão verba do município:- Não é porque o prefeito é crente, pai de santo ou padre. É que a gente tem que gastar dinheiro com saúde e educação. O prefeito disse ainda que existe uma diferença entre ser popular no universo carnavalesco e governar para a população:- Há diferença entre governar para o povo e governar para si. É muito bonito sair desfilando e aplaudido por todo mundo na Mangueira, na Portela e ser um líder popular. Ou então virar motivo de samba-enredo de escola de samba porque você diz que não tem dinheiro – afirmou Crivella, fazendo referência ao ex-prefeito Eduardo Paes.
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