Anfavea anuncia que montadoras estão paradas

A paralisação dos caminhoneiros afeta também o mercado automobilístico. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que, a partir de hoje (25), todas as linhas de produção instaladas no Brasil estão paradas.

A indústria automobilística gera de impostos mais de R$ 250 milhões por dia e, por isso, a paralisação terá forte impacto na arrecadação do país.

“A greve dos caminhoneiros afetará significativamente nossos resultados, tanto para as vendas quanto para a fabricação e exportação”, diz a Anfavea em nota divulgada à imprensa.

Segundo a associação, a média diária de produção foi de 12,6 mil unidades. A maioria das montadoras já está sem produzir e outras estão com os pátios lotados, sem o transporte das cegonhas, e não há como estocar veículos.


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Depois de acordo, PRF vai monitorar desmobilização de protestos no Rio

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) anunciou que vai monitorar a desmobilização dos protestos de caminhoneiros nas estradas do Rio de Janeiro. Quaisquer bloqueios, interrupções ou perturbações são passíveis de multa e apreensão do veículo.

Ainda há manifestações em pelo menos dez pontos de quatro rodovias. Os manifestantes estão em acostamentos ou postos de gasolina e não há interrupção de tráfego, segundo a Polícia Rodoviária.

 

Manifestação de caminhoneiros contra o reajuste nos preços do óleo diesel, ainda trava pontos da Rodovia Presidente Dutra.

Caminhoneiros protestam na Via Dutra (Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil)

Há manifestantes na BR-101 Norte (em Campos, entre os quilômetros 70 e 75); na Via Dutra/BR-116 (em Seropédica, entre os kms 204 e 206; em Barra Mansa, entre os kms 268 e 269 e entre os kms 276 e 278) na Niterói-Manilha/BR-101 (em Itaboraí, na BR-101, do km 293 ao 297), na BR-393 (em Paraíba do Sul, no km 182, em Volta Redonda, no km 281, e em Barra do Piraí, no km 247) e na BR-040 (em Duque de Caxias, no km 113, e em Petrópolis, no km 61)

O governo federal se comprometeu a congelar o preço do diesel por 30 dias. Também se comprometeu a zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para o diesel até o fim do ano e negociará com os estados, buscando o fim da cobrança de pedágio para caminhões que trafegam vazios, com eixo suspenso. 

No Rio de Janeiro, o governo estadual anunciou que reduzirá a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 12%.


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