Brasil salta da 39ª para 12ª posição em ranking que mede variação do PIB


SÃO PAULO – O crescimento de 0,8% da economia brasileira, no terceiro trimestre do ano, fez o país saltar da 39ª posição ocupada no segundo trimestre para a 12ª posição num ranking de 41 países elaborado pela Austin Rating, agência de classificação de risco. O Brasil ficou à frente de economias europeias como a da Alemanha, que teve retração de 0,2% no terceiro trimestre, Espanha e Reino Unido, que apresentaram expansão de 0,6% no mesmo período, e Itália, cuja economia estagnou entre julho e setembro deste ano.Para o economista Alex Agostini, da Austin Rating, a saída do Brasil da rabeira do ranking do PIB, na comparação com o segundo trimestre do ano, mostra que a economia brasileira está acelerando.— O resultado foi muito positivo. Um dado importante é o crescimento de 0,6% do consumo das famílias, que responde por 2/3 do PIB, pela ótica da demanda. Isso mostra que a expectativa e a confiança do consumidor ficaram mais positivas no terceiro trimestre. Outro indicador importante é o crescimento das importações, que entre o segundo e o terceiro trimestre, saltaram 10%.Tudo isso reforça nossa expectativa de que o crescimento do PIB, em 2019, possa chegar a 3% — analisou Agostini.O levantamento da Austin mostra que o Brasil teve um crescimento maior do que a média dos países do euro, que ficou em 0,6% no período. Agostini, da Austin, alerta que o Brasil ficou atrás de outros países emergentes como a China (expansão de 1,6% no período) e Índia (1,9%). A economia brasileira também cresceu menos do que a maioria dos países do leste europeu.— O Brasil cresceu menos do que seus pares e precisa acelerar sua expansão para atrair o investimento estrangeiro — disse Agostini.
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