Bailinho, evento que levou a performance para dentro da pista, se despede em superfesta


Rodrigo Penna tem um galpão em
Guadalupe lotado com cenários, objetos, figurinos e coisinhas que coloriram as
festas Bailinho nos últimos 11 anos. Aquele encontrinho que começou com oito
pessoas no segundo andar do restaurante
Zazá Bistrô e virou festão para milhares de pessoas em espaços gigantes por todo
o Brasil já completou mais de uma década e coleciona uma memorabilia de respeito
que será doada para colorir outras histórias. Mas, antes, Rodrigo agita a
saideira do Bailinho, que, como é de se
esperar, será uma superprodução. No dia 31, ele se junta ao Laguiole Lab para
fazer uma festa de réveillon no MAM gigantesca, luxuosa e com várias surpresas.— Estou preparando mil novidades
para esse último Bailinho, que ainda vai acontecer em uma data forte. Faz algum
tempo que ensaio esse fim, e será uma passada de régua com muita carga emocional
— diz Rodrigo, que prepara uma festa com duas pistas pela primeira vez, cheia de
novos brindes, cabeças lindas assinadas pela artista plástica Maria Mazzilo,
projeções criadas por Batman Zavareze e
mais. — Ainda haverá um momento para as simpatias, que acontecerão em uma versão
sempre bem experiência. Isso tudo regado por um cardápio assinado pelo chef
Ricardo Lapeyre, com a melhor bebida e um serviço de primeira, sem fila e com
conforto. Na pista principal, Rodrigo vai dividir a discotecagem com Nado Leal e Markinhos Meskita; já no
inferninho, o DJ Vermelho, de São Paulo,
foca no eletrônico.— Estou com mais de cem opções de
músicas para tocar na virada. Ainda não
decidi qual será, talvez faça isso minutos antes. Mas é certo que o nosso globo
espelhado gigante (é o maior da
América Latina) vai descer nessa hora — comenta ele, lembrando tantos DJs e
não-DJs que já tocaram na festa. — Teve
Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, João Falcão, André Midani, Rodrigo Santoro,
Nelson Motta, Glória Menezes, cada um deles com um set bem pessoal, de Luiz
Gonzaga a Michael Jackson. O Bailinho é uma festa de som eclético e, se essa
despedida tem um tema, ele seria a união da diversidade. Somos feitos de
misturas e vamos dançar juntos como manifesto.
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