Suspeitos de formarem quadrilha de roubo e tráfico são presos em Barra do Piraí, RJ

Segundo a Polícia, grupo também age em municípios vizinhos. Cinco foram presos durante a manhã e um sexto envolvido, encontrado de madrugada com drogas e produtos roubados. Cinco homens foram presos no fim da manhã desta terça-feira (19) suspeitos de participarem de uma quadrilha de roubo e tráfico de drogas que atua no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, o grupo age em Barra do Piraí e municípios vizinhos.
Contra eles haviam mandados de busca e apreensão em aberto. Um sexto integrante da quadrilha foi preso mais cedo, por volta de 5h. Ainda de acordo com a polícia, ele foi encontrado em casa, no bairro Vila Helena, onde foram apreendidas 237 trouxinhas de maconha, um par de alianças com o nome de uma das vítimas de assalto, além de celulares, relógios e um par de tênis que também teriam sido roubados. Os objetos foram reconhecidos e recuperados pelos donos.
Todos os suspeitos foram levados para a 88ª Delegacia de Polícia (Barra do Piraí) e autuados por organização criminosa e tráfico de drogas.
Material apreendido com o primeiro suseito preso no bairro Vila Helena, em Barra do Piraí
Divulgação/Polícia Militar
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MP-RO solicita que Governo e Sejus façam a demolição de antigo presídio em Ariquemes

Promotora diz que várias reuniões foram feitas com os responsáveis para apresentar medidas a serem feitas. Mas MP acionou a Justiça após demora em efetuar os serviços. Demora na demolição de antigo presídio gera insegurança na Casa do Albergado em Ariquemes, RO
Divulgação
O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) acionou o Tribunal de Justiça (TJ-RO) contra o governo estadual e a Secretaria do Estado de Justiça (Sejus) para que o antigo presídio de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, seja demolido e transformado em uma área de ressocialização dos presos que cumprem pena em regime semiaberto na Casa do Albergado.
A demora na demolição da antiga Casa de Detenção do município tem gerado insegurança aos agentes penitenciários da Casa do Albergado, localizado ao lado da unidade prisional desativada.
Na última semana, o Sindicato dos Agentes Penitenciários de Rondônia (Singeperon) informou que suspeitos estão aproveitando o abandono do local para arremessar drogas e celulares para dentro da Casa do Albergado.
“O acesso da casa de detenção lá pela frente é muito facilitado para quem está mal intencionado. O labirinto de entulho que virou a antiga casa de detenção, prejudica muito a nossa segurança aqui no presídio do semiaberto”, revelou o delegado sindical, Clebs Dias.
Promotora Joice Mota Azevedo disse que MP acionou a Justiça por conta da demora na demolição do antigo presídio
Rede Amazônica/Reprodução
Em meio a denúncia dos agentes penitenciários, a promotoria de Justiça de Ariquemes divulgou que foram realizadas várias reuniões com o governo e a Sejus para resolver a situação do antigo presídio.
“Nos reunimos com o governador, explicamos para ele as medidas que devem ser adotadas, de conclusão da demolição, limpeza, preservação das celas que serão utilizadas e tudo isso já foi repassado a ele em diversos documentos. Todos eles já foram acionados”, detalhou a promotora Joice Mota Azevedo.
Mas por conta da demora em efetuar a demolição e adotar as medidas recomendadas, a promotora disse que o MP acionou a Justiça contra o Estado.
Com a ação, a promotora espera que o judiciário determine de forma coercitiva o poder executivo, mas uma outra reunião foi pedida pela promotoria com os envolvidos para que sejam estabelecidos os meios de como executar os serviços o quanto antes.
“A limpeza desses escombros servirá para a regulação do funcionamento do estabelecimento onde hoje os presos cumprem as penas em regime semiaberto. Então nós temos ali um pedido para interligar celas, construção de um alambrado para que os reeducandos tenha um espaço maior pra desenvolver atividades laborais e a limpeza do escombros com a retirada de tudo que ainda existe ali”, comenta Joice.
MP-RO solicita que Governo e Sejus façam a demolição de antigo presídio em Ariquemes
Divulgação
A promotora ainda ressaltou que o funcionamento do regime semiaberto no município, mas que as soluções para adequar a Casa do Albergado conforme a Lei de Execuções Penais (LEP) não sejam de grande complexidade e nem de alto custo ao Estado.
“O que basta realmente são ações muito pontuais de pequenos reparos e pequenas obras para que a gente tenha o regime semiaberto funcionando da maneira de como prevê a LEP. Temos por exemplo, algo que poucas unidades têm, que é uma escola lá com toda estrutura de professores para dar aula aos reeducandos. Precisamos realmente melhorar essa estrutura para que tudo isso consiga funcionar”, finaliza a promotora.
Demora na demolição de antigo presídio gera insegurança na Casa do Albergado em Ariquemes
Jeferson Carlos/G1
Procurados pela reportagem, nem o governo e nem a Sejus, que é a responsável pela administração das unidade prisionais de Rondônia se manifestaram sobre o caso para informar quando a demolição deve ser efetuada.
O problema
Agentes penitenciários interceptaram drogas e celulares arremessados na Casa do Albergada pelo presídio desativado
Divulgação
Como a Casa do Albergado está ao lado da estrutura abandonada, a fragilidade do complexo prisional veio à tona com o aumento de apreensões de drogas e celulares arremessados para dentro da unidade, que estão sendo arremessados pelo terreno do presídio desativado.
“Todas as autoridades que estão envolvidas no sistema penitenciário têm conhecimento disso, só falta alguém tomar uma providência e resolver este problema. Por que a cada dia que passa, fica mais complicado pra gente”, destacou o representante dos agentes penitenciários, Clebs Dias.
Além disso, a maior preocupação dos agentes penitenciários da unidade é a entrada de armas de fogo por meio da estrutura abandonada.
“O nosso maior problema é esse, por que aí já coloca em risco a vida dos servidores. A droga e celular são materiais proibidos, mas as armas colocam em risco a vida de todos que estão trabalhando no local”, enfatizou Clebs.
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Negociações comerciais com a China não avançam, diz assessor da Casa Branca

Donald Trump ameaçou nesta terça-feira impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar. O conselheiro de comércio da Casa Branca, Peter Navarro, disse nesta terça-feira (19) que as diversas rodadas de diálogo entre autoridades norte-americanas e chineses não produziu avanços sobre a crescente disputa comercial, resultando em tarifas que ele disse serem necessárias para defender os interesses dos EUA.
“Nossas linhas de telefone estão abertas, elas sempre estiveram abertas”, disse Navarro a jornalistas em uma conference call.
“A realidade fundamental é que falar é fácil… o presidente tomou ação em nome do povo americano e é uma defesa necessária das jóias da coroa da tecnologia e propriedade intelectual americanas contra o roubo chinês.”
‘Guerra comercial’
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta terça-feira (19) impor tarifa de 10% sobre US$ 200 bilhões em bens chineses e Pequim alertou que irá retaliar, em um rápido agravamento do conflito comercial entre as duas maiores economias do mundo. A mais recente ação de Trump foi inesperadamente rápida e incisiva.
Foi uma retaliação pela decisão da China de elevar as tarifas sobre US$ 50 bilhões em bens dos EUA, que foi tomada depois de Trump anunciar taxas similares sobre bens chineses na sexta-feira (15).
“Depois que o processo legal estiver finalizado, essas tarifas entrarão em vigor se a China se recusar a mudar sua práticas, e também se insistir em avançar com novas tarifas que anunciou recentemente”, disse Trump em comunicado na segunda-feira (18).
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Câmara rejeita projeto de regulamentação do transporte por aplicativos em Macapá

Maioria dos vereadores defende que proposta seja apresentada pela prefeitura da capital e não pelo Legislativo. Sessão nesta terça-feira (19) reuniu motoristas de apps e taxistas. Movimentação do plenário de casa durante a sessão
Carlos Alberto Jr/G1
Por 10 votos a 2 a maioria dos vereadores da Câmara de Macapá rejeitaram no fim da manhã desta terça-feira (19) o projeto de lei que para regulamentação do transporte de passageiros por aplicativos na capital. Com isso, os veículos seguem rodando, mas ainda sem regras municipais para recolhimento de tributos.
A votação aconteceu num plenário cheio na Casa de Leis, onde os motoristas ocuparam as galerias ao lado de outras categorias que criticam os termos da regulamentação, como taxistas e mototaxistas. Entre os termos propostos, estava o repasse para a Prefeitura de Macapá de 1% de cada corrida realizada.
A alegação dos parlamentares seria a possibilidade de inconstitucionalidade da lei, proposta pelo vereador Jorielson Nascimento. Ao defender a tributação nas viagens do Uber e Yet GO, a lei estaria atuando na competência da prefeitura da capital, responsável por definir a cobrança de impostos.
O vereador Caetano Bentes, que votou contra o projeto, destacou que os parlamentares defendem a regulamentação, mas reforçam ela deveria ser feita por lei enviada pela prefeitura para apreciação do Legislativo.
“Essa regulamentação tem que vir do prefeito de forma expressa. E para que não pudéssemos cometer alguma irregularidade e prejudicar até os trabalhadores dos aplicativos. Rejeitamos, mas vamos aguardar a proposta da prefeitura para fazer uma nova discussão”, comentou.
Após a votação, foi emitida recomendação para que a prefeitura apresente em 10 dias uma nova lei de regulamentação. O Executivo municipal informou que ainda não foi comunicado da decisão.
A proposta complementa a lei do Governo Federal, que em março desse ano determinou normas para a permissão dos serviços no país, repassando aos municípios a atribuição de regulamentar e fiscalizar o serviço particular de transporte de passageiros.
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Mulher 'barra' marido na Copa, mas amigos levam à Rússia versão em papelão

Amigos ainda têm esperança em que ‘Javier’ vá ao Mundial. Um grupo de seis torcedores levou para a Copa do Mundo da Rússia uma versão em papelão de um dos seus amigos que foi proibido pela esposa não o deixou ir para o Mundial.
Os torcedores postaram no Facebook imagens de suas aventuras durante a copa, sempre acompanhados da versão em tamanho natural de Javier.
“Planejamos uma viagem ao Mundial de caminhão desde o México até a Rússia por quase 4 anos, e Javier nos disse ao final que “minha velha não me deixou ir” e não pôde nos acompanhar, então nos ocorreu a ideia de trazê-lo sem a permissão de sua senhora”, diz o post.
Os amigos ainda acreditam na possibilidade de que a mulher de Javier mude de ideia e ele possa ainda vir à Rússia torcer pelo México, por isso abriram uma plataforma colaborativa para ajudá-lo.
Mulher ‘barra’ marido na Copa, mas amigos levam à Rússia versão em papelão
Ingue Su Matrushka/Facebook
Amigos foram de caminhão à Rússia
Ingue Su Matrushka/Facebook
‘Javier’ toma uma cervejinha na Rússia
Ingue Su Matrushka/Facebook
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PM apreende uniformes da Polícia Civil e armas de grosso calibre usados por quadrilha; suspeito é preso

Além das roupas, metralhadoras, espingarda, munição e drogas foram encontrados. O homem era fugitivo de penitenciária de Itamaracá, no Grande Recife. PM apreende armas de quadrilha que agia na Zona da Mata de Pernambuco
A Polícia Militar capturou um homem suspeito de integrar uma quadrilha que usava uniformes da Polícia Civil para praticar crimes na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Na ação, os militares apreenderam, além de camisas, distintivos e coletes balísticos, armas de grosso calibre e drogas. Todo o material estava em uma casa no bairro de Cerro Azul, em Palmares, na mesma região. (Veja vídeo acima)
Nesta terça-feira (19), a PM apresentou as roupas e os armamentos apreendidos na operação. Durante entrevista coletiva realizada no Quartel do Derby, no Centro da capital, a corporação informou que Carlos André da Silva, de 42 anos, era foragido do sistema penitenciário.
Segundo a PM, Carlos, que foi preso no sábado (16), tinha fugido da Penitenciária Agroindustrial São João, em Itamaracá, no Grande Recife, em 28 de fevereiro. Ele cumpria penas por roubo e homicídio e ainda é investigado por outros seis processos.
O suspeito foi encaminhado para audiência de custódia. A Polícia Civil de Pernambuco ficará responsável pela investigação do caso.
Arsenal
No arsenal encontrado pela PM estavam quatro metralhadoras, sendo uma calibre ponto 40 e três de calibre 9 milímetros, e uma espingarda calibre 12. Os militares recolheram, ainda, oito carregadores, sendo três de pistola e cinco de metralhadora, 14 munições de calibre 12, três de calibre ponto 40, três de calibre 38, 18 de calibre 380, 35 de calibre 9 milímetros e duas de calibre 32.
Também foram encontrados 900 gramas de maconha prensada, 170 pinos de cocaína e uma balança. Havia no local da operação quatro camisas e quatro distintivos da Polícia Civil, duas placas de colete, duas placas balísticas frontais, nove máscaras, dois pares de luva, uma moto e um carro, bem como placas de identificação de veículos.
Segundo o comandante do Batalhão Especializado de Polícia do Interior (BEPI), o Tenente Coronel César Moraes, os itens apreendidos foram encontrados em um tonel em uma residência na Rua do Campo. As armas são consideradas de alto poder de fogo e davam à quadrilha uma grande vantagem na prática de crimes, sobretudo de homicídios.
A PM apreendeu, no sábado (16), camisas e distintivos da polícia civil, metralhadoras e espingarda, drogas e materiais utilizados na prática de crimes na Mata Sul de Pernambuco
Divulgação/PMPE
“A gente consegue, com armas dessas, fazer um estrago importante, porque elas desferem tiros contínuos. Basta apertar o gatilho, e toda a munição pode ser expelida. É um armamento que causa um impacto importante. Uma quadrilha que detém um armamento desse tipo com certeza ganha em relação às outras”, explicou o comandante.
A PM informou, ainda, que os uniformes da Polícia Civil encontrados fazem parte do disfarce usado pelos integrantes da quadrilha. Segundo a corporação, eles se apresentam como policiais, sequestram e executam as vítimas.
Homicídio
Segundo a PM, as fardas e a placa do veículo também ligam a quadrilha ao homicídio de um homem no município de Catende, no dia 4 de junho deste ano. A vítima era conhecida como Bigode e fazia parte de uma facção rival.
“Os assassinos chegaram com fardas da polícia civil e as placas encontradas são as mesmas que algumas pessoas informaram ter visto na S10 envolvida nessa morte. As informações são de que esse ‘Bigode’ teria sido o assassino do pai dos gêmeos [chefes da quadrilha], e o homicídio seria retaliação”, afirma o Tenente Coronel Sousa Filho, comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo a PM, o grupo tenta comandar o crime na Mata Sul do estado há cerca de dois meses e vem sendo monitorado pela corporação. A PM suspeita que haja pelo menos mais nove integrantes ainda não identificados.
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Cabo Júlio deixa a prisão após autorização para trabalhar na ALMG, diz gabinete

Deputado cumpre pena em batalhão dos Bombeiros em Belo Horizonte por condenação em processo da Operação Sanguessuga. Justiça autorizou saídas diárias entre 8h às 18h. Deputado estadual mineiro Cabo Júlio (MDB)
Ricardo Barbosa/ALMG
O deputado estadual Cabo Júlio (MDB) deixou a prisão no fim da manhã desta terça-feira (19) para trabalhar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e fará um pronunciamento durante a tarde no plenário da casa, de acordo com o gabinete do parlamentar. A saída foi autorizada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Militar da reserva do Corpo de Bombeiros, ele cumpre pena desde 8 de junho em um batalhão na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, por envolvimento em um esquema de desvio de dinheiro público na área da saúde. Segundo a assessoria do gabinete, cabo Júlio deixou a unidade por volta das 11h15. Bombeiros e Secretaria de Administração Prisional ainda não se posicionaram.
O parlamentar, investigado no âmbito da Operação Sanguessuga, que desvendou um esquema de corrupção por meio de compras superfaturadas de ambulâncias em 2006, foi condenado em duas ações penais.
Numa delas, que teve origem na Justiça federal de Minas Gerais, a pena é de seis anos de detenção, em regime semiaberto, por crimes de fraude em licitação. Em outra, que tramitou na Justiça Federal do Mato Grosso, o deputado foi condenado à pena de quatro anos, em regime aberto, pelo crime de corrupção passiva, substituída por prestação de serviços à comunidade e multa.
A saída para trabalhar foi autorizada pelo juiz Carlos Resende e Santos nesta segunda-feira (18). “Estando o sentenciado ocupando a função de deputado estadual, sendo este um fato notório, autorizo suas saídas diárias exclusivamente para o trabalho, entre as 8h e 18h dos dias de funcionamento da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, devendo a direção do estabelecimento prisional ajustar o período de traslado”, disse na decisão.
Habeas corpus
A defesa de Cabo Júlio informou nesta segunda-feira que desistiu da ação de habeas corpus que tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF). Ela já havia sido negada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ação contestava a prisão do parlamentar.
De acordo com a assessoria de imprensa do deputado, ele decidiu por cumprir a pena. A desistência foi protocolada no STF nesta segunda-feira.
Um outro pedido de habeas corpus já havia sido deferido pelo STJ. Segundo o tribunal, este diz respeito a uma pena restritiva de direitos, e o ministro relator considerou que não é possível haver cumprimento antecipado antes do trânsito em julgado.
A decisão publicada em 12 de junho diz que as penas restritivas consistem em prestação de serviços à comunidade e multa; não há menção à perda de direitos políticos.
‘Máfia dos Sanguessugas’
Segundo as investigações da Polícia Federal, deflagrada em 2006, a empresa com sede no Mato Grosso superfaturava o preço de ambulâncias em até 110%. Além disso, a empresa entregava muitas vezes veículos com defeitos ou sem todos os equipamentos.
O primeiro passo da quadrilha era contatar prefeitos. Em muitos casos, parlamentares ajudavam a cooptar prefeitos para direcionar as licitações em favor da empresa de Mato Grosso e outras firmas envolvidas no esquema. À época, o parlamentar era deputado federal.
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