Após determinação judicial, Prefeitura se movimenta para recuperar bens históricos da cidade


Passado mais de um mês da determinação da justiça que obriga a Prefeitura do Rio de Janeiro a realizar o reparo de dois bens históricos da cidade, o portal do Parque Guinle, em Laranjeiras, e a amurada e a ponte da Urca, as obras de restauração ainda não foram iniciadas. Sobre o portal, a Fundação Parques e Jardins afirmou em nota que o projeto de restauração foi elaborado e enviado para o IRPH, o Inepac e o Iphan, órgãos de patrimônio municipal, estadual e federal, respectivamente, para aprovação do documento. Em seguida, a Secrataria Municipal de Conservação e Meio Ambiente, a Seconserma, fará uma licitação para escolher a empresa apta para o serviço. Ainda segundo a nota, o processo de conclusão da licitação é de cerca de 30 dias. O portal , que tem sua estrutura metálica corroída e ameaça cair, chegou a ser isolado do público com gelos baianos e ganhou uma gambiarra de cabos metálicos para mantê-lo de pé. No caso da amuretada da Urca, nos trechos de entorno da Rua Elmano Cardim, Rua Urandi e da Praça Cacilda Becker, além dos pilares da ponte situada na Avenida Portugal, a posição da prefeitura, via assessoria, é de que técnicos ainda precisam ser consultados para que uma previsão de conclusão das obras seja dada. As decisões da justiça que determinam os reparos foram favoráveis às ações civis públicas promovidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Assinada pelo promotor Carlos Frederico Saturnino, ações destacam que “tendo em vista que o patrimônio cultural é parte da história e cultura de um povo, de seu estágio de desenvolvimento e de seus valores, pode-se dizer que o dano ao patrimônio cultural é uma das formas mais preocupantes de desrespeito ao meio ambiente em que vivemos”.
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