Curso preparatório para o Enem oferece 200 vagas para estudantes em Alagoas

Inscrições são destinadas para alunos da rede pública de ensino e vão até o dia 6 de agosto. O Programa de Apoio às Escolas Públicas do Estado (Paespe ), que pertence à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), está com 200 vagas abertas para alunos da rede estadual e municipal.
As inscrições vão até o dia 6 de agosto deste ano e são gratuitas.
Veja aqui o edital completo
O candidato interessado deverá acessar o Sistema de Inscrição disponível no site da Copeve (clique aqui para ter acesso) e realizar a inscrição. Para participar é preciso ter entre 13 e 18 anos.
Além disso, o candidato tem que ter disponibilidade de assistir às aulas aos sábados, das 8h ao meio-dia, e também para participar das atividades complementares que ocorrem durante a semana, no horário oposto ao da escola (manhã ou tarde).
O Programa se divide em Paespe, com 80 vagas; e Paespe Júnior, com 120.
Para o Paesp é necessário estar cursando a 2ª série do Ensino Médio no ano de 2018 e ter disponibilidade para assistir as aulas noturnas (das 19h às 21h), de segunda a sexta.
Já para o Paespe Júnior, é preciso estar cursando a 1ª série do Ensino Médio no ano de 2018.
Provas
Paesp e Paesp Júnior
Local: Centro de Tecnologia da Ufal;
Data: 22/9/2018;
Hora: 9h (portão fica abert das 8h às 8h50)
Resultado final: 11/10/2018 (no site da Copeve);
É preciso levar documento original com foto e caneta esfrográfica azul ou preta.
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Curto circuito em máquina de ponto eletrônico causa princípio de incêndio em UBS na Zona Oeste de Manaus

Atendimento em unidade de saúde será suspenso nesta segunda-feira (16). Parte elétrica de UBS ficou danificada
Divulgação/Semsa
Um princípio de incêndio foi registrado na Unidade Básica de Saúde (UBS) Luiz Montenegro localizada na Avenida Laguna, bairro Lírio do Vale, Zona Oeste de Manaus. O fato ocorreu por volta das 9h20 deste domingo (15).
Segundo o Corpo de Bombeiros, um curto circuito em uma máquina de ponto eletrônico, na portaria, foi a causa do acidente. O ocorrido afetou parte do forro, além da parte elétrica.
A exemplo de outras UBSs, a unidade não funciona em dias de domingo. O local também não terá atendimento nesta segunda-feira (16), para que a rede elétrica seja recuperada.
Enquanto durarem os serviços, os usuários serão acolhidos e encaminhados para as unidades adjacentes, até que a unidade tenha capacidade de voltar com suas atividades.
Local não funcionará nesta segunda-feira (16)
Divulgação/Semsa
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Como demanda por óleo de dendê ameaça orangotangos – e o enigma na busca por soluções

Estudo indica que dendezais podem estar piorando as chances de sobrevivência da espécie, com a qual compartilhamos 97% de nosso DNA. O orangotango habita florestas que hoje são visadas como áreas para produção de óleo de palma
Pixel-mixer/Creative Commons
Você sabia que o seu sabonete pode ser uma ameaça à sobrevivência dos orangotangos, espécie com quem compartilhamos 97% do nosso DNA?
Pizza, sorvete, biscoitos, margarina, cosméticos – e sabonetes – são alguns dos milhares de produtos que contêm óleo de palma, ingrediente cuja exploração comercial ameaça essa e várias outras espécies.
Um novo estudo da International Union for the Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza, IUCN na sigla em inglês) sugere, no entanto, que o uso de óleos alternativos poderia trazer riscos ainda maiores para várias espécies de animais e vegetais.
O óleo de palma é produzido a partir de um ingrediente tradicionalíssimo na culinária baiana: o azeite de dendê. Uma vez refinado, o aromático dendê das moquecas, bobó de camarão e vatapá perde sua cor alaranjada e seu aroma e transforma-se em óleo de palma.
O cultivo da palma, também conhecida como dendezeiro ou coqueiro de dendê (nome científico Elaeis guineensis), de onde se extrai o óleo de palma, é frequentemente apontado como extremamente danoso para o meio ambiente. Isso ocorre porque, para ceder espaço para as plantações da árvore, que cresce em climas quentes, agricultores recorrem ao desmatamento em áreas ocupadas por florestas tropicais.
O Brasil produz óleo de palma, ocupando o décimo lugar no ranking global de produtores. O cultivo no país tem seus problemas. Entre eles, a utilização de agrotóxicos que poluem rios e o impacto da produção em larga escala sobre populações vulneráveis que habitam as áreas de plantio, concentradas no Estado do Pará. No entanto, para evitar o desmatamento, o governo federal determina que o cultivo no país seja feito em terras já degradadas.
A situação é ainda mais desafiadora nos países que lideram a produção do óleo de palma no mundo.
Malásia e Indonésia
Em termos globais, o cultivo do dendezeiro responde por apenas 0,4% do desmatamento. No entanto, essa lavoura está tendo um impacto dramático em algumas regiões da Indonésia e Malásia, onde é responsável por até 50% do desmatamento.
Esses dois países são os maiores produtores de azeite de dendê do mundo, produzindo milhões de toneladas do óleo anualmente, em uma indústria que gera mais de US$ 40 bilhões.
Proibir a comercialização do óleo não resolveria o problema, dizem os autores do estudo. O mundo continuará precisando de óleos vegetais.
E o que também preocupa os especialistas é que esforços para aumentar a demanda por dendê produzido de maneira sustentável não surtiram efeito até o presente.
Popular
Os orangotangos demoram a se reproduzir – cada indivíduo morto diminui as chances de sobrevivência da população
vieleineinerhuelle/Creative Commons
Produzido a partir da polpa de cor avermelhada encontrada no dendezeiro, o óleo de palma é o óleo vegetal mais utilizado do mundo.
Acredita-se que esteja presente em cerca de 50% de todos os produtos encontrados em supermercados e lojas.
Ele é um ingrediente importante, por exemplo, na fabricação de batom – porque é capaz de reter a cor, não tem sabor e não derrete facilmente. É encontrado em xampus, cereais matinais e macarrão tipo miojo, entre outros produtos.
Nos últimos 20 anos, a demanda crescente pelo produto levou à destruição de milhares de hectares de florestas tropicais centenárias.
E essas florestas são o habitat natural de algumas das espécies mais ameaçadas do mundo, incluindo o orangotango.
“Os orangotangos são nativos das terras baixas de Bornéu e Sumatra, e é lá que a palma de óleo é cultivada”, disse à BBC News o autor do relatório, Erik Mijaard.
“Os dois estão em constante conflito. A (plantação) desloca os orangotangos, eles são empurrados para os jardins da população local e é assim que ocorrem as matanças (de macacos).”
“Orangotangos são muito versáteis, mas, se tem uma coisa com a qual orangotangos (enquanto espécie) não conseguem lidar, é a matança. Isso porque se reproduzem de forma muito lenta, então as mortes têm um impacto muito grande.”
O óleo de palma responde por 35% do óleo vegetal, mas ocupa apenas 10% da terra destinado à produção do produto
CC0
Problema complexo
Um estudo publicado em fevereiro de 2018 pela revista científica Current Biology revelou que mais de cem mil orangotangos foram mortos nos últimos 16 anos em Bornéu.
Coibir o cultivo do dendezeiro, por outro lado, não é a solução, diz o relatório da IUCN. Seus autores dizem que a lavoura de palma vem crescendo justamente porque o dendezeiro, com suas frutas vermelhas, é incrivelmente eficiente na produção de óleo.
O óleo de palma responde por 35% do suprimento global de óleos vegetais, mas ocupa apenas 10% da terra alocada para a produção de óleo no planeta.
Para substituí-lo com óleo de semente de colza, de girassol ou de soja seria necessário utilizar muito mais terra – segundo estimativas, até nove vezes mais espaço do que o utilizado no cultivo da palma.
Resultado: outras espécies seriam ameaçadas em outras regiões do planeta.
“Se não existisse óleo de palma, você ainda teria a mesma demanda por óleos vegetais”, argumentou Erik Meijaard.
“Se você deixa de produzir (óleo de) palma, (outro óleo) terá de ser produzido em outro lugar. Então, em vez de prejudicar os orangotangos, você vai ameaçar ursos, ou onças. Você simplesmente joga o problema para um outro lugar.”
Governo e consumidores
Medidas adotadas pelos governos da Malásia e Indonésia para tentar evitar que o cultivo do dendezeiro destrua as florestas e os animais também têm sido pouco efetivas, dizem os especialistas.
Após identificar áreas da floresta que são mais importantes para a biodiversidade, autoridades dos dois países criaram várias iniciativas para tentar preservá-las.
No entanto, segundo o relatório, as medidas não surtiram efeito.
“Analisamos a diferença entre índices de desmatamento em plantações que receberam certificações (de órgãos de inspeção) na parte indonésia de Bornéu e nas que não foram certificadas. Não vimos muita diferença”, diz Meijaard, ressaltando, porém, que a iniciativa é recente. “É preciso tempo para que haja uma melhoria nas práticas. Também é preciso que cresça a demanda por parto do consumidor por óleo de palma certificado.”
Cultivo sustentável
Uma outra solução, apontam ambientalistas, é incentivar o cultivo sustentável do dendezeiro.
Para isso, foi criada a Roundtable on Sustainable Palm Oil (RSPO). Em linhas gerais, produzir o óleo de palma de forma sustentável significa não desmatar e não desrespeitar os direitos dos trabalhadores da indústria.
O site da entidade faz várias recomendações a agricultores, fabricantes, comerciantes, consumidores e governos.
Entre elas, usar terras degradadas para plantio, investir em pesquisa para aumentar produtividade e eficiência e comprar apenas óleo de palma produzido de maneira sustentável (o que implica identificar todos os intermediários na cadeia de suprimento, do produtor até o varejista).
Consumidores devem pesquisar e apoiar marcas comprometidas com a sustentabilidade, participar e divulgar campanhas de conscientização e apoiar entidades de conservação.
O relatório da IUCN diz que o trabalho da RSPO tem sido limitado pela baixa demanda, dificuldades na identificação dos produtos sustentáveis e ausência de monitoramento e controle efetivos.
A RSPO, por sua vez, diz que é difícil melhorar seus resultados sem “o apoio mais amplo da sociedade”.
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Rio Bonito abre 500 vagas para cursos e faz workshop na área inclusiva

Capacitação é voltada, principalmente, para professores, auxiliares de educação especial e normalistas do terceiro ano do segundo grau. São oferecidas mais de 500 vagas para cursos em Rio Bonito, no RJ
Divulgação/Prefeitura de Rio Bonito
Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos de Educação Especial oferecidos pela Prefeitura Rio Bonito (RJ), por meio da Secretaria de Educação. Os interessados podem se inscreverem pelo site da prefeitura.
São mais de 500 vagas divididas em quatro capacitações. As aulas serão realizadas de segunda a quinta-feira, das 18h30 às 21h, no Colégio Municipal Maurício Kopke, localizado na Rua Salgado Filho, s/nº, Caixa D’ Água.
Voltados, principalmente, para professores regentes, auxiliares de educação especial e normalistas do terceiro ano do segundo grau, os cursos, cada um com 40 vagas, estão distribuídos em Deficiência Visual e Intelectual, além de Práticas Pedagógicas, Inclusão com Estudos de Caso e Libras I (duas turmas), Libras II (duas turmas) e Libras III e IV, além de práticas pedagógicas (todas as especificações se encontram na ficha de inscrição).
Workshop
A novidade é a realização do Workshop LIBRAS – Rio Bonito, aprendendo a se comunicar com os surdos. O objetivo é conhecer a dificuldade de comunicação da comunidade surda; perceber a necessidade de órgãos públicos conhecerem a LIBRAS; desenvolver diálogos, além de fazer abordagens básicas em LIBRAS em diversos espaços sociais.
O público-alvo são os servidores municipais de todas as áreas e profissionais em geral, como comerciantes, atendentes, entre outros. Foram disponibilizadas 30 vagas para o workshop, que acontece nos meses de agosto e setembro, na Casa do Educador, na Mangueirinha.
O workshop será realizado uma vez por semana, às quartas-feiras, no horário da manhã e à tarde (9h às 11h30 e das 14h às 16h30). A carga horária é de 20h. (Acesse o link para fazer a inscrição)
As palestras serão ministradas pela Professora Fernanda M. F. Crozoé. O que é LIBRAS; Por que LIBRAS é uma língua?, Mitos e verdades sobre a comunidade surda; Alfabeto manual; Numerais; Orientações básicas inicial de comunicação com os surdos; Identidade; Cumprimentos; sinais e contexto: Prefeitura e secretarias; sinais e contexto: Hospital / Saúde; sinais e contexto: Lanchonete; sinais e contexto: Bancos escritórios; sinais e contexto: farmácias e comércios; sinais e contexto: delegacia, são alguns temas que serão abordados durante o workshop.
De acordo com a Coordenadora de Educação Inclusiva, Garrolici Alvarenga, os cursos oferecidos em Rio Bonito são referência no Estado do Rio de Janeiro.
“Esse curso é reconhecido no Estado do Rio todo, aonde que vocês chegarem com o certificado de Rio Bonito, com a formação na área de Educação Especial, vocês podem ter certeza que vocês terão a porta aberta. Tem um monte de gente que saiu daqui e já está trabalhando em vários municípios”, destacou a educadora.
Assim como no ano passado, as aulas serão ministradas no Colégio Municipal Mauricio Kopke, localizado no Centro da cidade, de segunda a quinta das 18h30 às 21h. Antes do início das aulas, será divulgada a relação de todos os selecionados.
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CPAT disponibiliza 14 oportunidades de emprego com salários de até R$ 1,8 mil

Lista contém cinco vagas para pessoas com deficiência em Campinas e região. CPAT oferece 14 oportunidades de emprego em Campinas (SP) e região
Murillo Gomes/G1
O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT) está com 14 vagas de emprego disponíveis para Campinas (SP) e região. Os salários vão de R$ 1,1 mil à R$ 1.862. A lista traz cinco oportunidades para pessoas com deficiência (PCD).
Todas as vagas exigem experiência de três a seis meses na função. Os interessados devem comparecer pessoalmente a uma das três unidades do CPAT, portando RG, CPF, Carteira de Trabalho e o número do PIS.
O CPAT informa que as vagas estão sujeitas a alterações ao longo do dia. Portanto, confira a página do órgão para mais informações.
Confira as oportunidades
Auxiliar de limpeza (PCD) – 5 vagas
Mecânico de manutenção de empilhadeiras e outros veículos de cargas leves (necessário ter CHN B) – 2 vagas (também valem para PCD)
Recepcionista de hotel (Inglês fluente) – 2 vagas
Auxiliar administrativo (PCD) – 1 vaga
Operador de telemarketing ativo (PCD) – 1 vaga
Subgerente de lanchonete (necessário ter CNH B) – 1 vaga
Auxiliar de manutenção predial (PCD) – 1 vaga
Passador de roupas – 1 vaga
Serviço
Unidade Centro
Avenida Campos Sales, 427 – Centro, Campinas (SP).
Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30.
Unidade Ouro Verde
Rua Armando Frederico Renganeschi, 197 – Jardim Cristina.
Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Unidade Campo Grande
Rua Manoel Machado Pereira, 902 (Em frente à Praça da Concórdia).
Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Veja mais oportunidades de emprego da região no G1 Campinas
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Falta de pagamento das OS faz o atendimento de hospitais piorar

RIO — Após a filha, com apenas 11 dias de vida, cair de seu carrinho de bebê neste sábado, o casal Priscilla e Fabrício se dirigiram ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, em busca de atendimento. Chegaram por volta de 14h do mesmo dia ao local, mas a tormenta estava longe de acabar. No domingo, por volta das 10h30, O Globo encontrou a família saindo da unidade de saúde, mais de 20 horas após a chegada.— Ainda estou com os pontos da cesariana e tivemos que ficar aqui, por quase 24 horas, esperando. Ontem o neurologista não apareceu para atender. Mas não voltamos para casa. Só hoje fizeram tomografia e liberaram. Tem um monte de mãe reclamando lá dentro também — apontou Priscilla, que não quis fornecer mais informações para não ser identificada.O quadro crítico foi flagrado na mesma semana em que a Câmara do Rio rejeitou o pedido de impeachment do prefeito, motivado pela divulgação por O Globo de uma reunião secreta entre Marcelo Crivella e pastores no Palácio da Cidade. No evento, ele garantiu aos representantes religiosos soluções para problemas com IPTU e agilidade para cirurgias de catarata, recomendando que procurassem “Márcia” para as marcações, sua assessora. A situação foi citada como piada e protesto neste domingo, no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste.— Ela está há quase um ano na fila para tirar pedra da vesícula. A gente não conhece a Márcia, então fica assim. Se conhecesse, seria diferente — contou a gari Cátia da Silva, de 48 anos, que acompanhava a prima Hisis Pereira Matos, de 34 anos.Hisis saía andando curvada do hospital, ainda com dor e lábios rachados que denunciam a quantidade de remédios que ela toma rotineiramente.— Tenho crise quase todos os dias. E as vezes o remédio que tem em casa não dá conta da dor. Venho então para os hospitais. Não estou conseguindo trabalhar. Vou, passo mal, paro, saio — relatou Hisis, que é cabeleireira e conta agora com a renda pequena do marido, ambulante.Queixas por toda parteNão é preciso nem entrar nas unidades de saúde para ouvir queixas. Na área externa do Hospital Pedro II, acompanhantes contaram que faltam materiais e profissionais na unidade, além deles enfrentarem dificuldades no acesso e no recebimento de notícias dos doentes.— O meu tio (Sebastião Seles dos Santos), de 91 anos, deu entrada ontem aqui, por volta das 22h. Ele tem Mal de Alzheimer, estava com dificuldades para respirar e a pressão alta. Já passaram doze horas e ninguém dá notícias. Quando os doentes chegam, os seguranças precisam levá-los lá para dentro, pois falta maqueiro — disse a empregada doméstica Maria Aparecida Santos, de 50 anos.O soldador Vanderlei da Silva, de 44 anos, confirmou:— Minha esposa (Dilceia da Silva, de 42 anos) sofreu um acidente ontem O carro morreu, tiveram que empurrar, e um veículo chegou por trás, dando uma pancada. Ela veio para cá às 19h30 e desde então não a vi, nem consegui informações oficiais. Quando peço, falam que tenho que esperar pela assistente social, mas ela não apareceu ainda. O que eu fiz por pedir para uma servente dar uma olhada na minha esposa e ela voltou com notícias.Já no Hospital Albert Schweitzer, uma funcionária, que preferiu não se identificar, contou que são escassos mesmo artigos básicos: “luva, gases; Capitropil, que é o remédio para pressão alta, está em falta”.No Centro da cidade, a Coordenação de Emergência Regional (CER) também é alvo de denúncias. Moradores do entorno contam que a unidade fica frequentemente lotada e os doentes são distribuídos até pela área externa, em cadeiras. Além disso, falta copos e papel higiênico.A idosa Ranulfa Lima, de 65 anos, esteve no local no domingo e foi atendida, mas o remédio para levar para casa ficou pendente.— Ela chegou com falta de ar, e tem complicações como diabetes e coração grande. O atendimento foi bom, fizeram três nebulizações. Mas os remédios necessários para o tratamento não tem aqui. Eu vou deixar em casa e tentar em outros hospitais — relatou a vizinha Edineia Viana, de 62 anos, cozinheira.O que diz a Secretaria Municipal de Saúde:Hospital Municipal Pedro II — É importante esclarecer que muitos pacientes dão entrada em um dia e saem no outro não por falta de assistência, mas porque precisam ficar um tempo necessário em observação pela equipe de saúde (médicos e enfermeiros), para se acompanhar a evolução do quadro e alguma complicação que possa surgir. O tempo de observação depende de cada quadro.Ontem, a equipe de pediatria estava completa e todas as crianças levadas à unidade foram vistas. O movimento de casos graves na Sala Vermelha foi muito alto e, de fato, houve dificuldade dos profissionais em prestar informações para quem aguardava do lado de fora. A prioridade era o atendimento aos pacientes. Alguns maqueiros faltaram ao trabalho, mas isso não interferiu na assistência aos pacientes. Não há falta de material para o atendimento dos pacientes.Hospital Municipal Albert Schweitzer — O relato não procede. O almoxarifado e a farmácia do hospital estão abastecidos para atender a demanda dos pacientes.CER Centro — Ranulfa Lima começou a ser atendida às 9h56 deste domingo e, enquanto esteve em observação, recebeu todo o cuidado e medicação indicados. Não faltam remédios na unidade para o atendimento dos pacientes. Furosemida, Berotec e Atrovent não fazem parte da grade de dispensação da CER. Clavulin e Prednisona estão com estoque apenas para consumo interno e o reabastecimento está previsto para o dia 16. Medicamentos que não sejam de dispensação na unidade de emergência devem ser retirados na Atenção Primária e os pacientes são orientados sobre isso.A Sebsecretaria de Regulação informa que apenas pelo nome da paciente não é possível localizá-la no sistema, para verificar o histórico de suas solicitações. Para a devida apuração é preciso informar o número do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde.Sobre o pagamento às organizações sociais, a Subsecretaria de Saúde Complementar (Subscom) informa que trabalha junto com a Secretaria Municipal de Fazenda para a regularização dos repasses. A Subscom já solicitou toda prioridade para que o pagamento seja normalizado.
Leia a notícia completa em O Globo Falta de pagamento das OS faz o atendimento de hospitais piorar

Falta de pagamento das OS faz o antendimento de hospitais piorar

RIO — Após a filha, com apenas 11 dias de vida, cair de seu carrinho de bebê neste sábado, o casal Priscilla e Fabrício se dirigiram ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, em busca de atendimento. Chegaram por volta de 14h do mesmo dia ao local, mas a tormenta estava longe de acabar. No domingo, por volta das 10h30, O Globo encontrou a família saindo da unidade de saúde, mais de 20 horas após a chegada.— Ainda estou com os pontos da cesariana e tivemos que ficar aqui, por quase 24 horas, esperando. Ontem o neurologista não apareceu para atender. Mas não voltamos para casa. Só hoje fizeram tomografia e liberaram. Tem um monte de mãe reclamando lá dentro também — apontou Priscilla, que não quis fornecer mais informações para não ser identificada.O quadro crítico foi flagrado na mesma semana em que a Câmara do Rio rejeitou o pedido de impeachment do prefeito, motivado pela divulgação por O Globo de uma reunião secreta entre Marcelo Crivella e pastores no Palácio da Cidade. No evento, ele garantiu aos representantes religiosos soluções para problemas com IPTU e agilidade para cirurgias de catarata, recomendando que procurassem “Márcia” para as marcações, sua assessora. A situação foi citada como piada e protesto neste domingo, no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste.— Ela está há quase um ano na fila para tirar pedra da vesícula. A gente não conhece a Márcia, então fica assim. Se conhecesse, seria diferente — contou a gari Cátia da Silva, de 48 anos, que acompanhava a prima Hisis Pereira Matos, de 34 anos.Hisis saía andando curvada do hospital, ainda com dor e lábios rachados que denunciam a quantidade de remédios que ela toma rotineiramente.— Tenho crise quase todos os dias. E as vezes o remédio que tem em casa não dá conta da dor. Venho então para os hospitais. Não estou conseguindo trabalhar. Vou, passo mal, paro, saio — relatou Hisis, que é cabeleireira e conta agora com a renda pequena do marido, ambulante.Queixas por toda parteNão é preciso nem entrar nas unidades de saúde para ouvir queixas. Na área externa do Hospital Pedro II, acompanhantes contaram que faltam materiais e profissionais na unidade, além deles enfrentarem dificuldades no acesso e no recebimento de notícias dos doentes.— O meu tio (Sebastião Seles dos Santos), de 91 anos, deu entrada ontem aqui, por volta das 22h. Ele tem Mal de Alzheimer, estava com dificuldades para respirar e a pressão alta. Já passaram doze horas e ninguém dá notícias. Quando os doentes chegam, os seguranças precisam levá-los lá para dentro, pois falta maqueiro — disse a empregada doméstica Maria Aparecida Santos, de 50 anos.O soldador Vanderlei da Silva, de 44 anos, confirmou:— Minha esposa (Dilceia da Silva, de 42 anos) sofreu um acidente ontem O carro morreu, tiveram que empurrar, e um veículo chegou por trás, dando uma pancada. Ela veio para cá às 19h30 e desde então não a vi, nem consegui informações oficiais. Quando peço, falam que tenho que esperar pela assistente social, mas ela não apareceu ainda. O que eu fiz por pedir para uma servente dar uma olhada na minha esposa e ela voltou com notícias.Já no Hospital Albert Schweitzer, uma funcionária, que preferiu não se identificar, contou que são escassos mesmo artigos básicos: “luva, gases; Capitropil, que é o remédio para pressão alta, está em falta”.No Centro da cidade, a Coordenação de Emergência Regional (CER) também é alvo de denúncias. Moradores do entorno contam que a unidade fica frequentemente lotada e os doentes são distribuídos até pela área externa, em cadeiras. Além disso, falta copos e papel higiênico.A idosa Ranulfa Lima, de 65 anos, esteve no local no domingo e foi atendida, mas o remédio para levar para casa ficou pendente.— Ela chegou com falta de ar, e tem complicações como diabetes e coração grande. O atendimento foi bom, fizeram três nebulizações. Mas os remédios necessários para o tratamento não tem aqui. Eu vou deixar em casa e tentar em outros hospitais — relatou a vizinha Edineia Viana, de 62 anos, cozinheira.O que diz a Secretaria Municipal de Saúde:Hospital Municipal Pedro II — É importante esclarecer que muitos pacientes dão entrada em um dia e saem no outro não por falta de assistência, mas porque precisam ficar um tempo necessário em observação pela equipe de saúde (médicos e enfermeiros), para se acompanhar a evolução do quadro e alguma complicação que possa surgir. O tempo de observação depende de cada quadro.Ontem, a equipe de pediatria estava completa e todas as crianças levadas à unidade foram vistas. O movimento de casos graves na Sala Vermelha foi muito alto e, de fato, houve dificuldade dos profissionais em prestar informações para quem aguardava do lado de fora. A prioridade era o atendimento aos pacientes. Alguns maqueiros faltaram ao trabalho, mas isso não interferiu na assistência aos pacientes. Não há falta de material para o atendimento dos pacientes.Hospital Municipal Albert Schweitzer — O relato não procede. O almoxarifado e a farmácia do hospital estão abastecidos para atender a demanda dos pacientes.CER Centro — Ranulfa Lima começou a ser atendida às 9h56 deste domingo e, enquanto esteve em observação, recebeu todo o cuidado e medicação indicados. Não faltam remédios na unidade para o atendimento dos pacientes. Furosemida, Berotec e Atrovent não fazem parte da grade de dispensação da CER. Clavulin e Prednisona estão com estoque apenas para consumo interno e o reabastecimento está previsto para o dia 16. Medicamentos que não sejam de dispensação na unidade de emergência devem ser retirados na Atenção Primária e os pacientes são orientados sobre isso.A Sebsecretaria de Regulação informa que apenas pelo nome da paciente não é possível localizá-la no sistema, para verificar o histórico de suas solicitações. Para a devida apuração é preciso informar o número do CPF ou do Cartão Nacional de Saúde.Sobre o pagamento às organizações sociais, a Subsecretaria de Saúde Complementar (Subscom) informa que trabalha junto com a Secretaria Municipal de Fazenda para a regularização dos repasses. A Subscom já solicitou toda prioridade para que o pagamento seja normalizado.
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Espanha e Portugal receberão cada um 50 migrantes resgatados no Mediterrâneo

França, Malta e Alemanha já tinham se comprometido a receber outros 150 dos 450 que foram localizados no mar na noite de sexta-feira. Governo italiano está em contato com outros países europeus para distribuir resgatados. O chefe de Governo italiano, Giuseppe Conte, assegurou neste domingo (15) que Espanha e Portugal acolherão cada um 50 migrantes, a mesma cifra que França, Alemanha e Malta se comprometeram a receber, das 450 pessoas que foram resgatadas em águas italianas.
“Inclusive Espanha e Portugal acolherão cada um 50 emigrantes, como já fizeram França, Alemanha e Malta”, escreveu Conte em sua conta do Twitter.
“É a solidariedade e a responsabilidade que sempre pedimos à Europa e que agora, depois dos resultados obtidos no último Conselho europeu, começaram a se tornar realidade”, reagiu Conte depois do anúncio de Berlim.
“Continuemos este caminho, com firmeza e em respeito aos direitos humanos”, concluiu o chefe de Governo italiano.
No sábado, França e Malta anunciaram que receberão 50 emigrantes cada um entre os resgatados, e Alemanha fez o mesmo horas depois.
Este novo episódio migratório em águas do Mediterrâneo deu início, no sábado, a uma nova disputa sobre um tema que divide águas na Europa, no momento em que há uma redução significativa de chegadas de migrantes clandestinos ao continente.
Segundo fontes da presidência do Conselho de ministros da Itália, citadas por meios desse país, Conte se mobilizou para pedir a outros países da UE a redistribuição imediata destes imigrantes, cujo desembarque na Itália está proibido.
Após ter zarpado da Líbia, um barco de madeira com 450 imigrantes foi localizado na sexta-feira em águas internacionais, mas na zona de intervenção maltesa.
Através de uma troca de e-mails e de ligações telefônicas, Roma tentou na sexta-feira fazer com que as autoridades maltesas se encarregassem destes migrantes.
Malta, no entanto, respondeu que a embarcação se encontrava mais próxima à ilha italiana de Lampedusa e que a maioria de seu tripulantes preferia chegar à costa italiana.
No sábado, trasladaram os migrantes a outras duas embarcações e oito deles puderam desembarcar em Lampedusa por motivos médicos.
O futuro destes migrantes se parece com o daqueles do barco de resgate alemão “Lifeline” que, com 233 pessoas a bordo, no fim de junho, teve de esperar, durante uma semana em alto mar, que acabasse a disputa entre Itália e Malta para poder desembarcar.
Leia a notícia completa em G1 Espanha e Portugal receberão cada um 50 migrantes resgatados no Mediterrâneo

Bebê morre atropelado por tio surdo após confraternização de família, em Itumbiara

Polícia Civil informou que condutor havia bebido antes de dirigir e disse que não viu a criança correndo. Bebê morre atropelado por tio surdo em Itumbiara, Goiás
Teila Costa/TV Anhanguera
Um bebê de um 1 ano morreu atropelado pelo tio na noite de sábado (14) após uma confraternização de família em Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo a Polícia Civil, o condutor, que é surdo, confessou ter bebido antes de dirigir e alegou que não viu a criança.
“Ele confessou ter tomado uma lata de cerveja. Quando foi sair com o carro, acabou atropelando a criança, que tinha corrido para a rua sem ninguém ver”, disse o delegado Vinícius Penna. A criança chegou a ser socorrida, mas morreu no local. Ela está sendo velada em casa.
A polícia não divulgou o nome do motorista. O G1 não conseguiu localizar a defesa dele até a publicação dessa reportagem.
Ainda segundo a Polícia Civil, apesar da deficiência, o homem tinha uma Carteira Nacional de Habilitação válida. Segundo a legislação, quem é surdo pode obter a licença para dirigir normalmente, mas deve utilizar um adesivo no veículo com o símbolo internacional de surdez.
Depois do acidente, o homem foi autuado em flagrante por homicídio culposo na direção de veículo com agravante pela ingestão de bebida alcoólica. Ele foi encaminhado para o Presidio Regional de Itumbiara.
Veja outras notícias da região no G1 Goiás.
Leia a notícia completa em G1 Bebê morre atropelado por tio surdo após confraternização de família, em Itumbiara

Homens vestidos de palhaço atiram em dupla na Zona Centro-Oeste de Manaus

Homem e mulher foram baleados. Motivação de crime ainda é desconhecida. Crime ocorreu em área conhecida como ‘Curubal’
Meike Farias/Rede Amazônica
Dois homens com máscaras de palhaço atiraram em uma dupla na tarde deste domingo (15), em uma área conhecida como Curubal, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus.
Os atiradores surpreenderam um homem em uma casa. Ele foi baleado no abdômen e encaminhado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto. Segundo policiais da 10ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a vítima já foi presa por tráfico de drogas.
Uma mulher de 32 anos foi baleada no pé e encaminhada ao Hospital 28 de Agosto.
Os homens que atiraram na dupla ainda não foram localizados. A motivação do crime ainda é desconhecida.
(*colaborou Meike Farias, da Rede Amazônica)
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